domingo, 5 de novembro de 2017

NO SALÃO DE FESTAS, FLUZÃO CONQUISTA VIRADA INÉDITA E SE DISTÂNCIA DA ZONA

Tricolor venceu por 2 a 1
Por Leandro Dias -4 de novembro de 2017
Foto: Nelson Perez/FFC
O torcedor do Fluminense precisou esperar 32 jogos neste Brasileirão para conferir uma virada do time. E que virada! Ela aconteceu no Engenhão, o nosso Salão de Festas, palco de dois títulos brasileiros e um Carioca. O Tricolor derrotou o Botafogo por 2 a 1, gols de Marcos Júnior e Matheus Alessandro. Marcos Vinícius abriu o placar.
Com 12 SEGUNDOS, Bruno Silva deu uma chaleira em Marlon, finalizou forte e Diego Cavalieri encaixou. Aos 55 SEGUNDOS, Renato Chaves tenta sair jogando, adianta demais a bola, perde e na consequência da jogada, gol do Botafogo. Marcos Vinícius. Se existia uma estratégia, ela, novamente, foi por água abaixo.
O Fluminense iniciou mais uma partida, praticamente, tendo de correr atrás do marcador. Um time que não conseguiu uma virada sequer neste Campeonato Brasileiro sofreu pelo terceiro duelo consecutivo gol no início.
A equipe demorou a se encontrar. Teve mais posse de bola, mas agrediu pouco o Botafogo, que, limitado, mas sorrateiro e organizado, assustava nos contra-ataques, especialmente através das falhas individuais do adversário.
O Flu afunilava demais o jogo e consagrava Joel Carli e Igor Rabello com o excesso de chuveirinhos. Mas a equipe de Abel só apresentou algum perigo desta maneira, com Douglas e Renato Chaves, em cruzamentos de Gustavo Scarpa.
A partir dos 35 minutos, o Tricolor foi para o abafa e o Alvinegro recuou. Marcos Júnior puxava a marcação pelo meio, mas Henrique Dourado era um poste na frente. A bola batia e voltava. Pelos lados, só Marlon apoiava. Mateus Norton, volante de origem, não cruzou uma sequer.
Sornoza só tocava de lado e Scarpa era o único que ainda tentava uma jogada diferente, mas quase sempre através chutes na entrada da área ou bolas alçadas na área. O time grená, verde e branco também insistia em tabelar pelo meio. Quando não era assim, tocava, tocava, tocava, tocava e tocava infinitamente.
Apesar da posse de bola bem superior, o Fluminense foi pouco contundente. Faltavam infiltrações pelos flancos. O Botafogo agrediu mais, embora Diego Cavalieri não tenha feito grandes defesas.
E aos 33 segundos, a sorte poderia ter virado de lado. Gustavo Scarpa, num belo chute de fora da área, acertou o travessão.
O Fluminense partiu para cima do Botafogo, que passou a errar muito. Num dos erros, contra-ataque rápido, Henrique Dourado, que estava mal no jogo, deu a assistência para Marcos Júnior fuzilar. Era o empate.
O time de Abel continuou melhor, mas sem o mesmo ímpeto. Principalmente após as saídas de Sornoza e de Marcos Júnior. Wendel e Wellington Silva, os substitutos, não mantiveram o nível.
Mas no finzinho, brilhou a estrela de Abel Braga e de Gustavo Scarpa, que fez tudo certo. Aos 42 minutos, recebeu a pelota, cortou para o meio e esperou a infiltração de Matheus Alessandro, opção do treinador no lugar de Richard, machucado. Tocou para o garoto, que chutou forte, com vontade. ERA A VIRADA!
O Flu, desta vez, não deu sopa para o azar. “Furou a bola” e segurou o resultado que interessava. Faltam cinco pontos!
O Fluminense jogou o clássico com: Diego Cavalieri; Mateus Norton, Renato Chaves, Henrique e Marlon; Richard (Matheus Alessandro), Douglas, Sornoza (Wendel) e Gustavo Scarpa; Marcos Júnior (Wellington Silva) e Henrique Dourado.
FONTERedação NETFLU

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

TIME DO FLUMINENSE TERÁ MUDANÇAS PARA O CLÁSSICO COM O BOTAFOGO

Treinador tem as opções de Gum e Henrique na zaga e W. Silva e Romarinho para o ataque

A Copa Sul-Americana ficou para trás e o foco, agora, está totalmente voltado para o Campeonato Brasileiro. O elenco e reapresenta às 16h desta quinta-feira, no CT Pedro Antonio e Abel Braga já sabe que terá de promover alterações para o clássico com o Botafogo, sábado, no Engenhão.
Ao menos uma mudança é certa no Flu. Reginaldo, titular na defesa, cumprirá suspensão automática diante do Alvinegro. O capitão Henrique voltou a ser relacionado depois de 45 dias na quarta-feira, ficando entre os reservas, e é a principal opção para o técnico Abel Braga formar a linha defensiva tricolor.
Ao seu lado, a dúvida é entre Gum e Renato Chaves. O primeiro vem tendo boas atuações nas últimas rodadas do Brasileirão, enquanto o segundo fez uma grande apresentação diante do Rubro-Negro na Copa Sul-Americana.
Na frente, Abel poderá promover mais uma alteração. Marcos Júnior se lesionou no segundo tempo e não se sabe se começa o jogo. Romarinho e Wellington Silva são as opções.

FONTERedação NETFLU

NÃO EXISTE UM CULPADO ESPECÍFICO PARA O FRACO DESEMPENHO DO FLUMINENSE DENTRO DE CAMPO

Vários fatores levam o time a desandar dentro de campo

EDITORIAL:


Muitas vezes pensei em não mais assistir a jogos do Flu, motivos não faltam, pouco futebol, falta de vontade de alguns jogadores, falta garra e em muitas oportunidades vi o time andar em campo feito tartaruga; futebol se ganha com força, garra, inteligência, jogando-se futebol e determinação, o que vem faltando em muitos atletas no atual momento tricolor. Na maioria das vezes culpam o Abel, ele tem lá sua participação, mas nada que leve a esses desastres que estão acontecendo com o time. Ninguém deixa de jogar de uma hora pra outra, momentos ruins vem e vão, mas coletivamente como vem acontecendo? algo de muito estranho está acontecendo internamente dentro do clube e que esses problemas vem afetando profundamente no desempenho dos atletas dentro de campo.
Ontem ao termino da partida em que cegou a está vencendo por 3 a 1 e ceder o empate ao adversário, ao sair de campo o atacante Marcos Júnior confirmou aquilo que eu vinha desconfiando, disse claramente que haviam muitas coisas internas que ele não poderia citar; já não está na hora de reunir-se e lavar essa roupa suja antes que a equipe vá parar na série B? afinal de contas o clube não é do Abel, dos jogadores e muito menos do Abad. Chega de mesquinharia e de jogo de empurra-empurra ou de passar a mão da cabeça de quem quer que seja pois jogadores, treinadores, presidentes e diretores passam, mas o clube permanece e vcs não tem o direito de fazerem o Clube FLUMINENSE  passar pela vergonha de descer novamente pra série B, até convoco a torcida para começarem a fazer um grande movimento em prol do clube e contra esses desmanteladores de time antes que seja tarde e enquanto há tempo pois afinal de contas estamos próximos do Z4 e no final do campeonato, não havendo mais tempo para brincarem de administra ou de quem manda ou sabe mais, o momento agora é de UNIÃO, unir forças e juntamente com todo elenco, colocar o Fluminense em seu devido lugar, disputando títulos.

MARCOS JÚNIOR DESABAFA: "TEM MUITA COISA QUE ACONTECE QUE A GENTE NÃO PODE FALAR"

Atacante diz que jogadores e diretoria sabem das dificuldades
Em tom de desabafo, Marcos Júnior atendeu aos jornalistas depois da eliminação do Fluminense na Copa Sul-Americana. Sem entrar no mérito, deu a entender que existem situações que têm interferido para a obtenção de bons resultados no Fluminense.
– O grupo é muito bom, cara. Estou aqui desde 2012. Cansei de pegar jogadores malucos. Só tem jovem aqui, alguns experientes. Mas esse elenco não merece passar por isso. Tem muita coisa que acontece que a gente não pode falar. Não vou falar, entendeu? A gente sabe. A diretoria também sabe das dificuldades. É levantar a cabeça. É porrada dos torcedores criticando, temos que ter cabeça de gelo, entrar focados.
OPINIÃO DO EDITOR: 
Sempre falei que algo de eraado está acontecendo com a equipe ou com o clube, assim  como venho repetindo que apesar de vez por outra cometer falhas ou pixotar, o Abel não tem culpa.
Desde sua eleição como presidente do Fluminense que achei o Abad uma pessoa incapaz de assumir um clube da grandeza do Fluminense, o cara não tem sangue nas veias, não fala a mesma linguagem da equipe e muito menos da torcida, não sabe adminstrar o futebol, vende seus melhores jogadores em momentos inadequado e ai está o resultado, desde a saída do Richarlison que a equipe desandou e em muitas partidas vejo jogadores andando em campo, sem sangue, sem garra e sem a mínima vontade de jogarem futebol. Quando a cabeça não tá boa o corpo não responde.
FONTERedação NETFLU

MARCOS JÚNIOR DIZ TER CHORADO DE RAIVA APÓS O FLA-FLU E REVELA "MUITAS COISAS NEGATIVAS NO CLUBE"

Atacante diz que é hora de "cabeça de gelo"
Atacante deixou o campo no início do segundo tempo (Foto: Nelson Perez/FFC)
Quando Marcos Júnior, lesionado, deixou o gramado do Maracanã, e Abel Braga optou por Romarinho, o Fluminense sofreu uma queda de produção ofensiva e até na defesa. O ex-atacante do Globo-RN não conseguiu desempenhar o mesmo papel. Na zona mista, após o clássico com o Flamengo, o atacante revelado em Xerém desabafou sobre a desclassificação e o que tem sido o ano do Tricolor.
– Primeira vez que eu saio de um clássico com sangue nos olhos. Quando acabou o jogo chorei de raiva, porque da forma como perdemos não merecíamos. Mas o ano todo foi assim, só tomando porrada, entendeu? Muitas coisas negativas no clube. Tem o outro lado, o Flamengo tem jogadores que estão fazendo pro onde. Agora, o que resta é o Brasileiro. Pensamento positivo e cabeça de gelo porque ainda temos que sair dessa situação – falou Marcos Júnior.
FONTERedação NETFLU

MARANHÃO NO ESTADUAL E ROMARINHO NA SUL-AMERICANA: TRICOLORES CRITICAM ESCOLHA DE ABEL

Abel foi criticado na redes sociais
Foto: Mailson Santana/FFC
Nas Atuações NETFLU no clássico com o Flamengo, Abel Braga recebeu nota 1,0. As substituições no segundo tempo pioraram o Fluminense, que deixou o rival empatar quando vencia por 3 a 1. Muitos tricolores concordaram com a avaliação e lembram por uma escolha “esquisita” na final do Estadual contra o mesmo adversário: Maranhão.
Na final do Carioca, o Flu vencia por 1 a 0 quando o técnico Abel Braga colocou Maranhão em campo. O atacante, atualmente emprestado à Ponte Preta, pouco fez. No fim, título rubro-negro.
Nas quartas de final da Sul-Americana, o Tricolor vencia por 2 a 1 quando Romarinho entrou – Abel tinha ainda a opção de Wellington Silva no banco. O terceiro gol saiu um minuto depois. Mas no restante do jogo, Romarinho não conseguiu dar sequência às jogadas.
Veja alguns comentários:
FONTEGloboesporte.com

INCONFORMADO COM ELIMINAÇÃO APÓS ABRIR 3 A 1, DOURADO LAMENTA: "ESTOU COM VERGONHA"

Ceifador preferiu não reclamar da arbitragem
Principal jogador do setor de ataque do Fluminense, Henrique Dourado não fez gol na noite de quarta-feira, contra o Flamengo. Entretanto, o atleta correu e ajudou o tempo inteiro a fechar os espaços. Mas não fora o suficiente. Tanto que, após abrir 3 a 1, o Time de Guerreiros viu o rival empatar e deu adeus à Sul-Americana. Chateado, o camisa 9 lamentou a eliminação.
– O pessoal está reclamando que não foi falta (no lance que deu origem ao terceiro gol do Fla). É triste, porque tivemos dois gols na frente e deixamos mais uma vez escapar. Sinceramente, estou com vergonha – desabou.
FONTESportv

LUCAS PROTAGONIZA CONFUSÃO GENERALIZADA APÓS DEBOCHE DE ARÃO

Lateral tricolor quase foi as vias de fato com jogador do Fla
Foto: Edgard Maciel de Sá/Globoesporte.com
Numa noite eletrizante, onde tudo parecia que daria certo para o Fluminense, veio o baque. Após abrir 3 a 1 diante do Fla, a equipe de Abel Braga recuou, trazendo o time adversário para o seu campo. No decorrer do jogo, muita confusão e lances duros. A maior delas foi protagonizada entre o lateral-direito Lucas, do Flu, e o volante do Fla, Arão. O rubro-negro chegou a jurar o atleta no meio da partida.
Assim que acabou o jogo em 3 a 3, o atleta do time vermelho e preto debochou de Lucas, que partiu pra cima. O tricolor teve de ser contido pelos companheiros e profissionais que faziam a segurança do duelo. Na saída do campo, ele explicou o que ocorreu.
– O William Arão estava debochando de mim, falou que iria me pegar lá fora. Cadê ele agora? Cadê?
FONTETV Globo

ATUAÇÕES - FLAMENGO 3 X 3 FLUMINENSE

Confira as opiniões de quem produz para o site número 1 da torcida tricolor
 
DIEGO CAVALIERI – NOTA 4,0
– Falhou no primeiro gol de Diego. A bola saiu fraca e nem chegou perto do ângulo. Sem culpa nos outros dois gols.
LUCAS – NOTA 4,5
– Herói e vilão. Fez o gol que “abriu os trabalhos” no Maracanã, mas cometeu falta desnecessária que originou o primeiro gol do Fla. Não pulou com William Arão, que marcou o gol da classificação do adversário.
REGINALDO – NOTA 7,5
– Pelo alto, ganhou tudo. Bem também por baixo. Seguro.
RENATO CHAVES – NOTA 9,0
– Sua melhor atuação pelo Fluminense. Soberbo na defesa e ainda ajudou no ataque com dois gols.
MARLON – NOTA 6,0
– Muita raça e aplicação tática. Apoiou mais no primeiro do que no segundo tempo e cumpriu bem o papel.
RICHARD – NOTA 7,0
– Um leão na marcação. Desarmou muito e fez sua função com correção na frente da zaga.
DOUGLAS – NOTA 5,5
– Chegou junto, como todo  time, às vezes até com mais rigor do que as jogadas mereciam. Demonstrou cansaço no segundo tempo.
*PEDRO – SEM NOTA
– Praticamente não tocou na bola.
SORNOZA – NOTA 6,5
– A cabeça pensante do Flu. Acalmou o time quando teve a posse da bola e a fez girar. Cobrou escanteio com perfeição na cabeça de Renato Chaves no segundo gol do Flu. Inexplicavelmente substituído.
*WENDEL – NOTA 4,0
– Carregador de bolas, não exerceu uma marcação forte pelo lado esquerdo e ajudou pouco nos contra-ataques.
GUSTAVO SCARPA – NOTA 5,0
– Continua tomando decisões equivocadas, tanto nos passes, quanto nas finalizações. Bem nas cobranças de faltas e escanteios.
MARCOS JÚNIOR – NOTA 6,0
– Um bom primeiro tempo. Apesar de atacante, foi um ladrão de bolas importante pelo lado esquerdo. Saiu machucado no início do segundo tempo.
*ROMARINHO – NOTA 1,0
– Errou tudo que tentou. E na marcação não achou os jogadores do Flamengo.
HENRIQUE DOURADO – NOTA 6,0
– A luta habitual. Dominou muitas “pedradas”, fazendo o pivô.
ABEL BRAGA – NOTA 1,0
– Desclassificação, praticamente, toda na sua conta. Errou ao inventar Romarinho no lugar de Marcos Júnior, quando tinha Wellington Silva no banco, um jogador muito mais técnico. Cometeu outro equívoco ao tirar o jogador mais inteligente do meio-campo, Sornoza, para colocar Wendel. Chamou o Fla para o seu campo defensivo e o time, inexperiente, não suportou.

FONTERedação NETFLU

FLUMINENSE JOGA COMO NUNCA, VACILA COMO SEMPRE E ESTÁ ELIMINADO: 3 A 3

Tricolor chega a está vencendo de 3 a 1 e sede o empate

Foto: Nelson Perez/FFC
Tinha tudo para ser uma noite histórica do Fluminense. Um primeiro tempo aplicado, com atitude poucas vezes vista, vantagem de 3 a 1 no segundo tempo, mas o imaturo time de Abel Braga não suportou a vantagem, levou o empate em 3 a 3 e está eliminado da Copa Sul-Americana. Renato Chaves, duas vezes, e Lucas fizeram para o Tricolor. Diego, Felipe Vizeu e Willian Arão marcaram para o Flamengo.
O veneno do gol no início, provado pelo Fluminense durante vários jogos, foi injetado pelo Tricolor em seu rival. Com apenas dois minutos, Marcos Júnior achou Lucas solto pela direita. Ele dominou e soltou o pé: bola na rede. Melhor começo, impossível.
A torcida delirou com a quebra da vantagem do adversário em tão pouco tempo, mas a comemoração não durou muito. Aos nove, o herói se tornou vilão. Lucas fez uma falta completamente besta, desnecessária em Diego, que estava de costas para o gol, na entrada da área. O camisa 10 do Fla bateu, a pelota saiu fraca, mas o xará, Cavalieri, demorou para pular nela e veio o empate.
A partir daí, o confronto ganhou contornos diferentes de todos os outros Fla-Flus da temporada. Jogadores de ambos os times, muito nervosos, trocaram o futebol pelas entradas violentas. A partida ficou feia e aquela altura não era impossível imaginar que alguém sairia expulso.
A partir dos 20 minutos, porém, os ânimos se acalmaram e o Fluminense, numa incrível demonstração de aplicação, vontade e atitude, foi superior ao Flamengo. Brigou pela primeira e segunda bolas, marcou impecavelmente, atacou com velocidade e não deixou o Fla respirar. Faltava caprichar mais no passe final, na finalização e no cruzamento. Mas a entrega que o time demonstrara seria recompensada.
Não sem antes Diego Alves espalmar uma bola à queima roupa de Renato Chaves, que explodiria o lado verde, grená e branco minutos depois.
Sornoza cobrou escanteio com perfeição na cabeça do zagueiro, que tocou no canto esquerdo do goleiro flamenguista. Só restou olhar a bola entrando: 2 a 1. Um Maracanã lotado de rubro-negros e a festa da minoria tricolor, que calou a multidão. Tudo normal.
E o jogo estava tudo para o Fluminense. No início do segundo tempo, aos 10, Renato Chaves, que fez sua melhor partida com a camisa tricolor, ampliou, novamente, de cabeça.
Marcos Júnior saiu machucado e Abel Braga inventou Romarinho, que não acertou nada. Trouxe o Fla para cima.
O terceiro gol, que poderia dar uma tranquilizada no time de Abel, acabou tendo efeito reverso. Os jogadores do Flu ficaram nervosos, começaram a fazer muitas faltas bobas e deixou alguns vacilos na marcação.
Abel voltou a mexer mal e tirou Sornoza, a cabeça pensante do time, apara
O Flamengo diminuiu com Felipe Vizeu. O Tricolor ainda teve mais algumas jogadas de contra-ataque, mas se desesperou. E no desespero do jovem time tricolor, o rival conseguiu chegar ao empate que lhe garantiria a classificação. Lucas não subiu e William Arão cabeceou para a rede. Frustração. Decepção. Faltam palavras para definir uma classificação que esteve próxima.
FONTERedação NETFLU