quarta-feira, 20 de março de 2013

EM COLETIVO, ABEL ESBOÇA EQUIPE MODIFICADA PARA SÁBADO

Deco treina entre os titulares e técnico escolhe substitutos dos selecionáveis
No coletivo realizado na tarde desta quarta-feira na Escola de Educação Física do Exército, na Urca, Abel Braga esboçou um time do Fluminense bem modificado para enfrentar o Duque de Caxias, sábado, em Volta Redonda.

De volta, o apoiador Deco treinou entre os titulares, na vaga que foi de Rhayner no jogo diante do Audax, e o treinador escolheu os substitutos para os selecionáveis. Ricardo Berna, Diguinho e Samuel entraram nos lugares de Diego Cavalieri, Jean e Fred, respectivamente.

Também presente à atividade, Bruno realizou apenas um trabalho à parte e deu lugar a Wallace.

O Abelão formou o time do Fluminense com: Ricardo Berna, Wallace, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Diguinho, Wagner e Deco; Wellington Nem e Samuel.

A equipe reserva foi escalada com: Klever, Rhayner, Elivélton, Digão e Monzón; Fábio Braga, Rafinha, Felipe e Igor; Rafael Sobis e Michael.

Foto: Photocamera
Fonte: Globoesporte.com - Autor: MR
DIVULGAÇÃO: Blog. Dudé Vieira.

DIRIGENTE ELOGIA FORMA FÍSICA E CONDUTA DE FELIPE

Rodrigo Caetano diz que jogador sabia que teria dificuldades em se firmar no time
Quando o assunto é Felipe, Rodrigo Caetano é só elogios ao jogador. Mesmo pouco utilizado - participou de seis das 14 partidas do Fluminense -, o veterano, constantemente, vem tendo seu trabalho no clube enaltecido.

- Hoje ele está numa condição física bem melhor do que quando chegou. Felipe tem colaborado, surpreendendo positivamente no que diz respeito à conduta. Exemplar. Abel vai saber o momento certo de utilizá-lo. Colocamos a realidade para a vinda dele, as dificuldades que teria nesta vinda. Ele sabe. Tenho muita expectativa de que, tendo uma sequência, dará conta do recado - afirmou o diretor de futebol do clube.
Fonte: Fox Sports - Autor: DL
DIVULGAÇÃO: Blog. Dudé Vieira.

 

CARLINHOS EXPLICA PORQUE NÃO TEM A OBSESSÃO DE JOGAR NA EUROPA

Lateral recebeu uma proposta oficial do Galatasaray
O Galatasaray (TUR) apresentou uma proposta oficial por Carlinhos, prontamente recusada pelo lateral. O jogador do Fluminense revelou o motivo de não ter aceitado o convite e diz que atuar no futebol europeu não mexe tanto com sua cabeça.

- Quando eu era mais novo tinha essa obsessão de jogar na Europa. Todo mundo queria ir para lá, mas hoje eu estou aqui no Fluminense, um clube que me paga muito bem, estou muito feliz com o valor que eu recebo. Então, para me tirar daqui, só se for uma situação muito boa para mim e para o clube. Mas eu acredito que se for para aparecer alguma coisa, vai aparecer na hora certa - afirmou o lateral-esquerdo.

Os turcos ofereceram cerca de R$ 12 milhões por Carlinhos e um salário de R$ 200 mil mensais. No Fluminense, o camisa 6 recebe R$ 180 mil por mês.
Fonte: Rádio Tupi - Autor: DL
DIVULGAÇÃO: Blog. Dudé Vieira.

 

terça-feira, 19 de março de 2013

FRED ACONSELHOU CAVALIERI A ENCERRAR A CARREIRA NO TRICOLOR

Atacante enaltece a importância de ser ídolo de um clube
Ao comentar a importância do ídolo para um clube de futebol, a identificação com o torcedor, Fred fez uma revelação. O atacante do Fluminense deu conselhos para que Diego Cavalieri encerre a carreira trajando o visto uniforme grená, verde e branco.

- Antigamente, essa identificação entre clube e jogador era normal. Hoje é mais difícil. Se formos analisar os ídolos dos grandes clubes hoje, podemos citar Marcos, Rogério Ceni, Fábio... Os goleiros ficam mais. Um atacante é mais difícil. Se destaca e acaba saindo. Mesmo Rogério e Marcos tiveram várias propostas e optaram por permanecer. Pergunta se eles se arrependeram? Não. Por isso acho muito bacana esse histórico que estou criando. Olho para trás e me sinto orgulhoso. Outro dia conversei com o Diego Cavalieri sobre isso. Do jeito que ele treina, joga, por sua postura, o nível que já atingiu, é para ficar no Fluminense para o resto da vida. A torcida o ama, o idolatra. Falei para ele pensar nisso. Cavalieri já teve uma experiência no Liverpool como eu tive no Lyon. Ele sabe como é lá fora. Encontrar o ambiente que temos no Flu, com a torcida, o apoio da diretoria, é complicado. Temos que aproveitar - comentou Fred.
Fonte: Globoesporte.com - Autor: DL
DIVULGAÇÃO: Blog. Dudé Vieira.

 

PREPARADOR GARANTE: "FELIPE ESTÁ PRONTO PARA JOGAR"

Decisão pelo aproveitamento ou não do meia é exclusiva do técnico Abel Braga
Desde que chegou ao Fluminense, Felipe ainda não foi muito aproveitado no time. Mas ele está pronto para jogar. Quem garante é o preparador físico do clube Cristiano Nunes. Segundo ele, o meia está em boas condições e, agora, a decisão é exclusiva do técnico.

- Ele está à disposição em todas as atividades desde que chegou. Não ficou fora de nenhuma delas. Claro que o atleta mais experiente precisa de um ritmo de jogo. Pelo fato do Fluminense ter um elenco qualificado, ele tem sido menos aproveitado. Mas posso garantir que ele está em condições - afirmou.

Foto: Photocamera
Fonte: Rádio Brasil - Autor: MR
DIVULGAÇÃO: Blog. Dudé Vieira.

segunda-feira, 18 de março de 2013

PARTIDA ENTRE FLUMINENSE E DUQUE DE CAXIAS É ANTECIPADA

Jogo aconteceria no próximo domingo
A partida entre Fluminense e Duque de Caxias, pela segunda rodada da Taça Rio, que seria realizada neste domingo, 24 de março, às 18h30, no Moacyrzão, em Macaé, foi transferida. O confronto acontecerá no sábado, dia 23 de março, também às 18h30, mas no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda.
 
Fonte: Rádio Tupi - Autor: DL
DIVULGAÇÃO: Blog. Dudé Vieira.

ATUAÇÕES - FLUMINENSE 1 X 0 AUDAX- RIO

Confira as notas dos jogadores através da perspectiva dos jornalistas do site NETFLU
Paulo Brito

Diego Cavalieri - Nota: 7,5

Ainda passa um pouco de intranquilidade na saída de bola, mas com a redondinha nas mãos, continua fazendo milagres. No mínimo, duas grandes defesas na partida.

Bruno - Nota: 7,0

Fechou bem o setor defensivo, pediu bola e ainda deu assistência para gol. Dia de glória para o lateral que ainda não conseguiu conquistar a torcida.

(Wallace) - Nota: 6,0

Já negociado com Chelsea-ING, entrou com muita vontade. Insinuante, sempre que podia, avança para o ataque. O maior defeito continua sendo a afobação.

Gum - Nota: 5,5

Partida “honesta”. Não fez firula, jogou o “feijão-com-arroz” que dele se espera.

Leandro Euzébio - Nota: 5,0

Sofreu com as investidas dos atacantes do Audax Rio, mas não chegou a comprometer, embora tenha levado alguns dribles curtos.

Carlinhos - Nota: 4,0

Quando parece que vai engrenar, volta a dormir. Deu espaços desnecessários para o setor ofensivo do Audax, tomando muitas bolas nas costas. Ofensivamente, também contribuiu pouco.

Edinho - Nota: 6,0

Um misto de comédia pastelão e obra clássica. Consegue, na mesma partida, descolar um lançamento de Gérson e, ao mesmo tempo, errar passe de meio metro ou falhar numa cobertura simples. Mas seus erros têm chamado menos atenção do que os acertos.

Jean - Nota: 6,5

Mais uma boa atuação. Tem sido, desde o início da temporada, o atleta de meio mais participativo da equipe. Marca, ajuda na defesa, chuta a gol, lança...

Wágner - Nota: 5,5

Parece que sofre do mesmo mal que Carlinhos, mas em menor escala. Quando todos acham que vai engrenar, cochila. Criou pouco, mas, quando teve a bola nos pés, deu um mínimo de sobriedade à equipe.
(Felipe) - Nota: 5,0

Falta sequência de jogo, mas não se omite. Procurou passes em profundidade, mas errou a maioria. Ainda não está na mesma condição física que os outros atletas.

Rhayner - Nota: 4,5

O peso nas costas por conta da falta do gol parece ser difícil de tirar. É uma espécie de Rodriguinho melhorado, mas sem mira nos pés. Correu, mas o campo pesado atrapalhou o seu estilo de jogo.

(Rafael Sobis) – Nota: 4,5

Entrou e manteve o nível de Rhayner: ou seja, pouco futebol e efetividade. Seu sumiço dos gramados não é e hoje, muito em função de ser escalado fora de sua posição de origem.

Wellington Nem - Nota: 8,0

Incansável. Driblou, no melhor estilo ousadia e alegria, marcou, deu passes importantes. Foi o melhor em campo..

Fred - Nota: 4,5

Apagado. Além disso, perdeu chances que não costuma desperdiçar. Precisa voltar a calibrar os pés.

Abel Braga - Nota: 5,0

Fez as mudanças que havia prometido, mas o time não correspondeu dentro de campo. Apesar dos 10 dias livres para focar nas atividades, o tal padrão de jogo continua desaparecido. Precisa entender que Sobis é atacante – e não meia – e que Wágner é atleta para jogar centralizado, e não pelas pontas. 

Fonte: Redação NETFLU - Autor: BP
DIVULGAÇÃO: Blog. Dudé Vieira.

domingo, 17 de março de 2013

FLU SUPERA CHUVA FORTE E AUDAX PARA VOLTAR A VENCER NO ENGENHÃO: 1 A 0

Wellington Nem garante fim do jejum tricolor, que não vencia no estádio há seis jogos. Rhayner, contudo, completou 80 partidas sem gols


 
DESTAQUES DO JOGO
  • inacreditável f.c.
    L. Euzébio
    No segundo tempo, após Wagner mandar na trave, a bola sobrou para Leandro Euzébio, com o gol vazio, também carimbar o poste do Audax

  • lance capital
    7 do 2º tempo
    O Audax procurou explorar contra-ataques, mas provou do próprio veneno. Em lance veloz de Edinho e Bruno, Wellington Nem fez o gol da vitória tricolor.

  • deu trabalho
    Hyuri infernal
    Mesmo com a derrota, o Audax fez partida organizada e ameaçou o Fluminense em diversos momentos. Destaque para o atacante Hyuri.

    A CRÔNICA 
     
    por GLOBOESPORTE.COM

    O Fluminense sofreu, mas venceu a chuva e o Audax no Engenhão, por 1 a 0, na primeira rodada da Taça Rio, diante de 2.800 pagantes. Depois de um primeiro tempo no qual as melhores chances surgiram em contra-ataques do rival, com o temporal atrapalhando o toque de bola tricolor, o time de Abel Braga usou a mesma tática do adversário no início da segunda etapa para garantir a vitória com gol de Wellington Nem, após jogada em velocidade de Edinho e Bruno. Com o resultado, o time das Laranjeiras encerrou pelo menos um jejum: estava há seis jogos (quatro empates e duas derrotas) sem vitória no Engenhão. Outro número incômodo, porém, continua a aumentar: Rhayner completou 80 jogos sem marcar gols.

    Na próxima rodada, no sábado, o Audax encara o Bangu em Moça Bonita. No mesmo dia, o Fluminense volta a campo, em Volta Redonda, contra o Duque de Caxias. O Tricolor soma três pontos na Taça Rio, o mesmo de Resende e Macaé, mas ocupa a terceira colocação do Grupo B em função de desvantagem nos gols pró. O Audax, por sua vez, é lanterna.

    - Fizeram um grande jogo contra a gente, mas fomos felizes e saímos com a vitória. Eles (times considerados pequenos) tiveram um bom tempo para trabalhar e vão vir firmes, mas nós também vamos para cima deles - analisou Wellington Nem ao deixar o gramado.

    Os tricolores atuaram sem duas das suas principais peças: Deco, recuperado de dores no joelho, foi poupado, enquanto Thiago Neves ainda trata um estiramento na panturrilha direita. Além deles, Anderson, também com problema muscular, e Wellington Silva, com fratura no pé esquerdo, ficaram fora. No Audax, o meia Nélio, se recuperando de estiramento, deu lugar a Camacho, meia emprestado pelo Flamengo que fez a sua estreia pelo clube. O atacante Ivan Júnior, com lesão no joelho direito, também não entrou em campo.

    gol Fluminense x Audax (Foto: Rodrigo Ferreira / Photocâmera)Nem (11) celebra junto a Bruno (2) e Rhayner (22) o gol do jogo (Foto: Rodrigo Ferreira / Photocâmera)

    O Fluminense iniciou a partida procurando valorizar a posse de bola e exercendo forte marcação por pressão, com os jogadores de ataque cercando bem zagueiros e volantes do Audax, provocando erros de passe. Logo aos 5 minutos, em jogada confusa, a bola parou nos pés de Gum, que bateu em cima da zaga. Na sobra, Fred tentou, também sem sucesso. Um minuto depois, o Audax mostrou que não estava tão pressionado assim. Em velocidade, o time assustou os tricolores, com o lance terminando em finalização de Rômulo, defendida em dois tempos por Diego Cavalieri. Na sequência, o Fluminense foi ao ataque de novo. Wagner deu bom passe para Fred avançar livre e bater cruzado, para fora.

    O susto com Rômulo não foi suficiente para fazer os tricolores afrouxarem a marcação sobre a saída de jogo do Audax. O time de Abel Braga continuou a levar vantagem na posse de bola. Porém, o ritmo dos primeiros 10 minutos diminuiu um pouco, com os tricolores mais cautelosos com os espaços deixados ao partir para o ataque. Ainda assim, o Audax conseguia armar contragolpes, como no passe errado de Wagner, aos 19 minutos, que terminou rapidamente em finalização do outro lado do campo, de Camacho.

    Com pouco mais de 20 minutos, a chuva começou a cair forte no Engenhão. E a situação se inverteu. O Fluminense passou a ter sérias dificuldades na saída de bola e passou a ceder seguidos contra-ataques. Foram duas chances claras consecutivas aos 35 minutos, com Hyuri e Denílson. Cavalieri salvou a equipe com duas boas defesas. Em outro lance, os jogadores de Audax reclamaram de pênalti de Gum em Hyuri, que teve o calção puxado, mas nada foi marcado. Fim de primeiro tempo com a equipe de Abel deixando o gramado sob vaias.

    Nem marca, e zagueiro tricolor perde gol incrível

    Leandro Euzébio Fluminense x Audax (Foto: Cezar Loureiro / Agência o Globo)Euzébio disputa jogada pelo alto, observado por Fabiano Eller (Foto: Cezar Loureiro / Agência o Globo)

    Na etapa final, o Fluminense de novo começou pressionando. Aos 2 minutos, Rhayner tocou para Jean bater de fora da área, acertando o travessão. Na sobra, Wagner achou Wellington Nem, que bateu firme, mas para fora. Desta vez, contudo, o Audax não resistiria por muito tempo e provaria do próprio veneno. Em contra-ataque, Edinho lançou Bruno, que cruzou na medida para Wellington Nem abrir o placar no Engenhão: 1 a 0.

    Com o campo pesado e a vantagem no placar, o Fluminense diminuiu um pouco o ritmo, mas continuou a dominar as ações, salvo um ou outro lance isolado de tentativa de contra-ataque por parte do Audax. Em um deles, aos 23 minutos, Camacho lançou Denílson nas costas de Carlinhos, mas Cavalieri novamente apareceu bem.

    O Fluminense por muito pouco não ampliou aos 28 minutos. Wellington Nem recebeu na esquerda e tocou para Wagner, que mandou na trave. A bola sobrou para Leandro Euzébio que, com o gol vazio, fez o mais difícil e também carimbou o poste, se juntando a Seedorf, do Botafogo, na lista dos lances inacreditáveis do fim de semana.

    Abel ainda colocou Wallace, Felipe e Rafael Sobis nas vagas de Bruno, Rhayner e Wagner, respectivamente. O Audax tentou partir para cima dos tricolores, mas o time das Laranjeiras não teve grande dificuldade para segurar o resultado, ainda mais depois da expulsão de Fabiano Eller, que recebeu um cartão por falta em Fred e acabou expulso por reclamação nos minutos finais.

    FONTE: GLOBOESPORTE.COM
    DIVULGAÇÃO: Blog. Dudé Vieira.
     

sexta-feira, 15 de março de 2013

GEGOCIAÇÃO POR JOGADOR DO INTER ESTÁ ACELERADA, BANCA JORNALISTA

Desfecho entre Fluminense e Colorado por D"Alessandro está perto de ocorrer
Em seu blog no portal SRZD, Cristiano Barbosa Lima segue bancando que D"Alessandro tem tudo para ser anunciado como reforço do Fluminense. De acordo com o jornalista, a negociação segue acelerada e o desfecho próximo do fim.

As diretorias de Fluminense e Internacional não se pronunciam sobre o assunto. Mas, segundo Cristiano, a transação de D"Alessandro é muito mais fácil do que parece.

Os dirigentes gaúchos aprovam as chegadas de Wagner e Rafael Sobis e Dunga, treinador colorado, foi um dos mais animados com o troca-troca. Abel Braga quer D"Alessandro, mas esbravejou em perder Wagner e seu xodó Sobis. Mas isso, segundo o profissional de comunicação, não seria empecilho.

Cristiano Barbosa Lima encerra afirmando que a fonte que lhe informou sobre a negociação garante um "final feliz para todos". Além disso, afirmou que a tal fonte "quando abre o bico" não costuma errar.
Fonte: SRZD - Autor: DL
DIVULGAÇÃO: Blog. Dudé Vieira.

 

QUATRO ANOS DE FRED: EM ENTREVISTA, JOGADOR FAZ REVELAÇÕES

Capitão fala sobre briga com Diguinho, exageros, mulheres, zoação dos times rivais e muito mais
Fred completou quatro anos de Fluminense e, em entrevista ao jornal "O Globo", abriu o coração. Sem papas na língua, contou fatos que pouca gente sabia, sua relação com as mulheres, o selinho na jovem mineira, o deslumbre quando chegou ao Tricolor, seleção brasileira, relação com a fama e muito mais. Confira na íntegra:
 

 
Por que morar em Ipanema e Leblon e não Barra da Tijuca?
Quando cheguei, procurei um lugar mais próximo do trabalho. Não poderia perder uma, duas horas no trânsito. Fiquei em um hotel em Copacabana, mas frequentava Ipanema e Leblon, onde tinha gente bonita, bons restaurantes. Hoje, para eu sair de lá, é difícil.

A adaptação foi rápida?
Os primeiros três meses foram complicados e sofri bastante com treino, clima, clube e companheiros novos. Na França, demorou seis meses. E havia cinco brasileiros no Lyon! Eu nunca tinha visitado o Rio, a não ser quando vinha para jogar. Me apaixonei e vou ficar quando eu parar de jogar. O que mais me encanta é o jeito carioca. Passava no calçadão e, mesmo sem conhecer ninguém, era chamado para jogar altinho e futevôlei. E eu não aguentava mais ver bola (risos). Acho que vou morar em Belo Horizonte durante a semana e venho para cá na sexta-feira.

E a falta de privacidade?
Não é fácil sair na rua, apesar de a galera ser mais acostumada a encontrar famosos pela cidade. É mais difícil quando estou com a minha filha Geovanna, porque quero estar com ela, e a galera chega para conversar.

Ficou deslumbrado no começo?
Sim. Cheguei no Rio solteiro e cometi excessos. Ainda bem que naquele ano (2009), eu tive pessoas que me deram um toque.

E as outras torcidas te respeitam?
Tem respeito, mas rola uma sacaneada. A torcida do Vasco até fez uma música...

Qual música? Canta aí.
Nada, é pesada demais (risos). Mas eu vejo que as torcidas respeitam, porque sabem que eu entro em campo para vencer.

Jogaria em outro clube do Rio?
Acho difícil eu jogar em algum outro clube do Brasil que não seja o Fluminense.

Você se sente ídolo do clube?
Eu estou caminhando... É difícil falar disto. Um pedacinho do coração tricolor eu tenho, independentemente das minhas falhas. Todos sabem que meu objetivo é ganhar.

Qual a diferença entre o ambiente no vestiário do Brasil e na Europa?
Existe a maior diferença. No Lyon, também era bom, unido, mas não era a mesma coisa que aqui no Fluminense. Sempre tive ambiente bom, mas não como aqui no Fluminense, sempre repito.

Nunca teve um problema?
No início de 2009, não era bom. E piorou depois que começamos a perder. Depois que o Cuca chegou, teve atrito até encontrar a harmonia. Teve um problema que marcou naquele ano e eu nunca falei sobre isso. Faltavam 11 jogos para acabar e estávamos naquela situação para cair. A diretoria e a comissão técnica queriam aumentar os dias de concentração. Eu reuni o grupo e falei que tínhamos que nos cuidar mais para evitar uma concentração de dois, três dias. Eles compraram o barulho e houve um arranca rabo com a diretoria e comissão. Eles falaram para dar a vida. E demos. O respeito aumentou a partir dali.

E teve briga com algum jogador?
Briga, não, mas eu já tive uma discussão pesada com o Diguinho. E foi bom. Porque tínhamos perdido de 2 a 0 para o Goiás e no intervalo o bicho estava pegando. E aí nós discutimos forte. Estávamos para cair, mas tínhamos que tentar. E havia um clima de já caiu...

E com o Fernando Henrique?
Com o Fernando Henrique também. Várias discussões. Mas com o "Fita" não dá para mexer, porque ele é bom de briga. Eu acho importante ter pessoas com personalidade no grupo. O Muricy... O Abel, já espanou várias vezes!

Quando?
No ano passado, chamou atenção o jogo com a Ponte Preta. Nosso time estava nervoso, precisando ganhar. E pensei que ele iria dar aquele esporro no vestiário. Eu estava tenso. Mas ele entrou e acalmou o time, falou calmamente.

Tem desafetos no futebol?
Eu falo que existem jogadores empolgados. E esta empolgação no futebol é uma loucura. O futebol é uma ilusão. Depois do jogo, eu sou o Fred, um cara normal. Não é porque estou ganhando que eu sou o tal. Isto é muito superficial. E tem muitos empolgados por aí. Tem que dar uma segurada.

Você voltou da França com 25. Não ficou com medo de se arrepender?
Tinha propostas de clubes grandes. Todos achavam que era melhor eu ficar. Caí bastante no lado financeiro, porque o Brasil não era esta potência. Mas estava longe da família e isto pesou.

Tem lugar marcado na seleção?
Marcado, não, mas a oportunidade pode estar na minha mão. Se o jogador só começar a pensar no objetivo recentemente, não consegue. Eu já estou preparado para esta seleção. Dei uma desabafada na época do Mano, senti que não teria oportunidades. Mas com o Felipão todos sabem que ele gosta de jogar com centroavante. Vai depender do meu rendimento...

As lesões que você teve têm relação com o estilo de vida que você leva?
Eu não acho que foi o que influenciou. Sempre descansei e fiz as coisas nas horas certas, moderadamente. Exageros eu cometi, mas não fiz loucuras. Continuo tomando meu chope, meu vinho. Quando acaba o jogo, eu saio para dançar e conhecer mulher bonita. O mais importante é o trabalho.

Por que jogador se casa tão cedo?
Jogador é carente. A maioria sai de casa cedo. E conhece pessoas interessantes. Às vezes, o cara quer uma pessoa bacana para conversar, ter filho. No meu caso, foi uma pessoa que eu amei. Mas devido à imaturidade, não deu certo. Mas eu falo para os moleques: se forem casar, casem com mulheres bonitas.

No Lyon, diziam que você pegou a filha do presidente...
Estão loucos?! Não teve isto.

Este tipo de história te incomoda?
Incomoda. Este vídeo do beijo me deixou para baixo.

É o preço da fama?
E eu tomo cuidado. Tem muita coisa que te deixa muito exposto e você deixa de ser espontâneo, tem que ficar se monitorando. Mas confio nas pessoas e acabo relaxando.

Por exemplo...
Se eu faço um churrasco na minha casa e chamo uma menina, ela convida o primo, que acaba filmando... E a galera está muito maldosa...

É a era das redes sociais...
Pois é. Meu Facebook era aberto, mas fechei. Meu Instagram era fechado, mas o Neymar me marcou em uma foto e arrastou 20 mil seguidores. Aí, eu abri, porque tenho a consciência de que sou uma pessoa pública.

E não tem medo de falar de chope, vinho...
Aqui no Brasil, o ruim é que, se você tiver bem em campo, você pode virar 25 litros de pinga. Se está mal, não pode fazer nada. Mas eu não vou deixar de fazer minhas coisas. Se o time perdeu, eu evito, mas não posso deixar de ir no restaurante japonês. Tenho que ficar em casa puto? É o meu trabalho e eu saio mesmo. Tive um problema em 2011, naquela armadilha que armaram para mim perto de casa. Mas acabou, porque eles me respeitam e sabem que dou a vida pelo Fluminense.

Sai, mas evita ir no pagode. Os caras, como Neymar, não te acham metido?
Eles sabem que eu gosto de coisas boas, em todos os sentidos, mas sou simples, e o que mais mexe comigo são as coisas simples. Posso estar em um restaurante bom, mas quero ser tratado com simplicidade.

Se você não fosse o Fred, conseguiria pegar alguém?
Olha, eu não sou bonito, mas também não sou feio. Acho que pegaria um pessoalzinho mesmo que não fosse o Fred. Mesmo quando eu era duro feito côco, eu pegava. Claro que ser o Fred aumenta. Mas tem neguinho aí feio para cacete que pega...

Pega qualquer uma?
Se eu estiver em uma boate e uma mulher me der mole, eu pego, porque estou no meu direito. Eu sou solteiro. Mas, para colar, eu sou chato. Para ir ao teatro, levar para jantar, tem que mexer comigo. Eu sou seletivo.

Como é a sua relação com jogadores evangélicos?
Eu, às vezes, vou na igreja do Gum. Eu leio a minha Bíblia e frequento a Igreja Evangélica, porque gosto de cuidar do meu lado espiritual. Quando eu rezo, não tenho medo.

Lembra de algum momento de aflição no qual foi salvo por uma oração?
Na Taça SP de Juniores, eu estava no América-MG e não fui relacionado. Meu pai mandou até carta pedindo para eu pelos menos treinar. Treinei e deitei nos treinos. No primeiro jogo, fui expulso com 14 minutos. No intervalo do primeiro para o terceiro jogo, sofri e rezei muito, porque achava que a minha carreira havia acabado. Na terceira partida, fiz aquele gol do meio-campo, que abriu as portas para mim.

Pena que sua mãe não pôde ver...
Ela não viu nada. Faleceu quando eu tinha sete anos. E entedia de futebol. Ía para os campos de várzea ver o meu pai jogar e xingava o juíz. Mas tem o o outro lado. Se minha mãe fosse viva, não teria deixado eu sair da casa com 10 anos, para jogar futebol e passar fome. Ela falaria para eu estudar, como fez com o meu irmão. Mas tenho certeza que, se a Dona Gizelda estivesse viva, vendo isto tudo, ficaria bastante orgulhosa.
 
Fonte: O Globo - Autor: DL
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