Celso Barros: “Hoje não temos nome para ser o técnico do Fluminense” | | | |
| Ter, 15 de Março de 2011 23:34 |
| Em entrevista à Super Rádio Tupi, o presidente da Unimed, Celso Barros, revelou que ainda não fez nenhuma proposta oficial por nenhum treinador e afirma que o clube está empenhado para fazer a melhor escolha para a equipe e também de um novo nome para a vice-presidência: Celso Barros negou qualquer contato com Dorival Junior e Renato Gaúcho, mas fez questão de elogiar o trabalho de ambos: “Hoje o Dorival Júnior desmentiu qualquer contato. Ele foi citado de uma maneira absurda e mentirosa. Também surgiu uma entrevista citando o nome do Renato Gaúcho. São dois belos treinadores, mas ainda não temos um nome do possível técnico. Todos sabem da situação do Renato. Ele foi campeão da Copa do Brasil em 2007 e foi vice-campeão da Libertadores no ano seguinte aqui no clube. No Grêmio, ele está muito bem. Não posso dizer que ele é o nome para dirigir o clube. Existem muitos nomes cogitados. Não é fácil. Muitos estão empregados. Nenhum nome especulado foi convidado para trabalhar conosco. Agora, mais para frente não sei o que vai acontecer. É aguardar.” O patrocinador informou o perfil que o novo técnico do Fluminense deve ser: “É difícil encontrar alguém parecido com o Muricy Ramalho no mercado, mas podemos encontrar alguém parecido. Pelo grupo que temos precisamos de um técnico de ponta. Hoje não temos nome para ser o técnico do Fluminense. Quando tiver o presidente Peter irá falar sobre o assunto.” Sobre a troca de técnico, Celso Barros informou que preferia a permanência do Muricy: “Não gostaríamos de anunciar o nome de um novo técnico. Queríamos manter o Muricy Ramalho. Quanto mais rápido definirmos será melhor. Até porque temos dois jogos importantes adiante. Contra o Boavista pela Taça Rio e o América, do México, quarta-feira que vem, pela Libertadores. São inúmeros detalhes que estão sendo discutidos, mas o torcedor pode ter certeza que estamos trabalhando forte.” Celso Barros desmentiu qualquer problema com a Flusócio: “Não tenho relacionamento com grupos políticos no Fluminense. Meu relacionamento é com o presidente Peter Siemsen. Existem muitos grupos políticos no clube e facções, mas isso é algo natural por fazer parte de uma democracia. Na realidade, estou discutindo essas situações com o presidente e nada mais.”
“Estou no Fluminense desde a Série C, quando o clube foi rebaixado. Passamos por várias gestões e a nossa intenção nunca foi de impor nada. Criam-se varias coisas por fora que não sei qual o objetivo disso. Não sou dono do Fluminense. O clube está acima de tudo. Sempre temos que trabalhar em conjunto. Nem sempre a opinião é unânime, mas da nossa parte não muda nada. Estamos unidos por um só ideal. Essas coisas que são ditas por aí acabam cansando um pouco e nos fazem refletir sobre a seqüência do patrocínio. O contrato vai até o final do ano. Em dezembro uma das partes pode querer rescindir. Até o final de 2011 não há possibilidade de mudança.” Redação Pó-de-Arroz |
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