Tricolor foi derrotado por 2 a 0 para o Grêmio
Apesar de jogar fora de casa, os comandados de Abel Braga demonstravam tranquilidade no início da peleja. Mantendo a posse de bola e abrindo bem os espaços, o Fluminense dominava as ações do confronto. Mas os pecados anteriores eram repetidos: falta de chutes em direção ao gol. Wellington Silva e Wágner davam boas opções, enquanto que Sobis e Samuel não paravam se mexer. O mais incrível é que, apesar de tudo isso, os lances mais perigosos eram protagonizados pelos gaúchos.
Ao passo que o Grêmio assustou com duas bolas que bateram na trave, além de uma grande intervenção de Cavalieri num chute de Elano, o Tricolor chegou ao ataque bem em duas bolas alçadas. Aos 10, Carlinhos se antecipou e cabeceou fraco, facilitando a defesa de Dida. Nove minutos depois, Samuel, parecendo não acreditar na bola que recebera, testou fraco, também nas mãos do arqueiro. Deco, diferente de outras partidas, chamava o jogo para si, mas longe de ser o atleta que a equipe precisava.
Na etapa final, o que Abel pretendia armar caiu por terra. Isso porque, com apenas 5 minutos jogados, o Grêmio abriu o placar. Como? Num cochilo do sistema defensivo. Barcos prende bola na ponta-esquerda de ataque do Grêmio e espera a passada de Alex Telles, que cruza na medida para o paraguaio Riveros, de cabeça, livre, fazer o seu primeiro gol com a camisa gremista. A partir daí, o desenho tático do duelo mudou.
Mais fechado, buscando se aproveitar dos contra-ataques, o clube do Rio Grande do Sul chamava o Fluminense para seu campo. Kleber, atacante do time gaúcho, azucrinava o juízo dos defensores do Flu. Deco, sempre muito polido, quase foi às vias de fato com o jogador. Mas, novamente, o dia não era de pó-de-arroz.
Fonte: NETFLU - Autor: Paulo Brito
DIVULGAÇÃO: Blog. Dudé Vieira.
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