Em campo, técnico Cristóvão Borges voltou a comandar uma atividade técnica
Por Pedro VenancioMacaé, RJ
Durante o treino do Fluminense realizado nesta sexta-feira no Moacyrzão, em Macaé, o técnico Cristóvão Borges fez, mais uma vez, um trabalho em campo reduzido, além de treinos de toque de bola. A atividade durou cerca de duas horas, e um dos grandes momentos aconteceu no fim do trabalho. Ao menos para os torcedores que compareceram ao estádio.
Entre eles, estava o jovem Tarik Matheus Belém Braga, 25 anos. Tricolor fanático, ele foi atropelado aos 13 anos e sofreu lesões nos neurônios que comandam a coordenação motora. Em uma cadeira de rodas, ele entoava músicas conhecidas dos torcedores.
- Meu sonho se realiza a cada dia - diz Tarik, que tem uma tatuagem tricolor nas costas e se emocionou com a presença de Gum. Ele faz parte do projeto Paraesporte, da prefeitura de Rio das Ostras, cidade vizinha a Macaé, que visa aproveitar o esporte como mecanismo de inclusão social dos deficientes físicos.
Entre eles, estava o jovem Tarik Matheus Belém Braga, 25 anos. Tricolor fanático, ele foi atropelado aos 13 anos e sofreu lesões nos neurônios que comandam a coordenação motora. Em uma cadeira de rodas, ele entoava músicas conhecidas dos torcedores.
- Meu sonho se realiza a cada dia - diz Tarik, que tem uma tatuagem tricolor nas costas e se emocionou com a presença de Gum. Ele faz parte do projeto Paraesporte, da prefeitura de Rio das Ostras, cidade vizinha a Macaé, que visa aproveitar o esporte como mecanismo de inclusão social dos deficientes físicos.
Gum, que está no Fluminense desde 2009, assinou diversas camisas e atendeu, após uma boa risada, um pedido inusitado de uma fã.
- Gum, assina minha sandália, por favor! A gente sofre junto com vocês em todos os jogos!
O zagueiro não mostrou impaciência em nenhum momento e se disse feliz em poder ter contato com a torcida.
- É sempre bom perceber esse carinho de Macaé quando estamos treinando ou jogando por aqui - analisa o zagueiro.
Outro a se aproximar dos torcedores foi Walter, que chegou depois de Gum ao local e também distribuiu autógrafos.
- Gum, assina minha sandália, por favor! A gente sofre junto com vocês em todos os jogos!
O zagueiro não mostrou impaciência em nenhum momento e se disse feliz em poder ter contato com a torcida.
- É sempre bom perceber esse carinho de Macaé quando estamos treinando ou jogando por aqui - analisa o zagueiro.
Outro a se aproximar dos torcedores foi Walter, que chegou depois de Gum ao local e também distribuiu autógrafos.
FONTE: GLOBOESPORTE.COM
DIVULGAÇÃO: Blog Dudé Vieira.
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