DESTAQUES DO JOGO
A CRÔNICA
por GloboEsporte.com
Posse de bola, troca de passes curtos, gols. E não importa se Cristóvão Borges sacrificou Walter para ter mais um volante no time. O Fluminense, com Valencia como titular e mais marcação no meio, jogou bem e venceu o Atlético-PR por 3 a 0 na Arena da Baixada, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. Nenhum atleticano teve oportunidade de criticar ou vaiar a atuação da equipe neste domingo. Punidos pelo STJD, os paranaenses jogaram com portões fechados. Foi possível, então, ouvir a vibração de Jean, Conca e Cícero com os gols marcados.
Lá se vão cinco anos sem saber o que é perder para o Furacão. Agora, com um detalhe a mais: os tricolores têm mais vitórias que o adversário em confrontos na Arena da Baixada na história: cinco a quatro, com mais quatro empates. O clube construiu essa vantagem neste domingo com uma receita simples: ficar com a bola a maior parte do tempo. No fim sofreu pressão, e deu chance a Diego Cavalieri de se destacar também com uma bonita defesa.
Cristóvão Borges terá uma semana pela frente para pensar em como vai encaixar Fred no seu esquema. O atacante voltou da folga de dez dias após a Copa do Mundo e deve ter condições de atuar no próximo fim de semana, contra o Goiás, às 18h30, no Maracanã. Terá ainda que avalliar as condições de Henrique, com problema no joelho, e Rafael Sobis, que deixou o campo com dores no ombro. O Atlético-PR, como disse Otávio na saída de campo, precisará trabalhar nos próximos dias para corrigir os erros para o jogo contra o Atlético-MG, no mesmo horário, no Independência.
Cristóvão Borges terá uma semana pela frente para pensar em como vai encaixar Fred no seu esquema. O atacante voltou da folga de dez dias após a Copa do Mundo e deve ter condições de atuar no próximo fim de semana, contra o Goiás, às 18h30, no Maracanã. Terá ainda que avalliar as condições de Henrique, com problema no joelho, e Rafael Sobis, que deixou o campo com dores no ombro. O Atlético-PR, como disse Otávio na saída de campo, precisará trabalhar nos próximos dias para corrigir os erros para o jogo contra o Atlético-MG, no mesmo horário, no Independência.
Antes do apito final, os jogadores do Fluminense evitaram falar sobre vantagem com a ausência da torcida rubro-negra. Wagner deixou claro que "futebol é em campo". E foi em campo que eles mostraram que a vantagem é conseguir botar a bola no chão e jogar, como pedia Cristóvão. Com mais posse, dominaram o primeiro tempo. Jean acertou um bonito chute, e Rafael Sobis trombou com Weverton na área, no pênalti marcado e convertido por Conca para construir boa vantagem.
O Atlético-PR parecia atordoado. Não armava, não criava jogadas. Tentava algumas bolas levantadas - foram 16 ao todo -, geralmente cortadas pela defesa. Piorou quando Conca cruzou na medida para Cícero ampliar. No fim, o Fluminense começou a errar passes bobos. O Furacão poderia ter aproveitado. Mas parou em uma bonita defesa de Diego Cavalieri. Por mais que tentasse, o dia era do futebol bonito apresentado pelos cariocas.
O Atlético-PR parecia atordoado. Não armava, não criava jogadas. Tentava algumas bolas levantadas - foram 16 ao todo -, geralmente cortadas pela defesa. Piorou quando Conca cruzou na medida para Cícero ampliar. No fim, o Fluminense começou a errar passes bobos. O Furacão poderia ter aproveitado. Mas parou em uma bonita defesa de Diego Cavalieri. Por mais que tentasse, o dia era do futebol bonito apresentado pelos cariocas.
Com portões fechados em função de punição do STJD, Atlético-PR e Fluminense realizaram um silencioso jogo na Arena da Baixada, em Curitiba (PR). Se beneficiando de não sofrer pressão da torcida adversária, o Tricolor não tomou conhecimento do Furacão e venceu com autoridade por 3 a 0, com bela atuação de Conca.
A superioridade dos cariocas foi tão grande no duelo que poucas vezes ouviu-se a voz do técnico Cristóvão Borges durante a partida. Nos raros momentos em que ele se pronunciou, fez questão de parabenizar as boas jogadas de seu meia argentino, que além de fazer gol e dar assistência, também foi bastante eficiente taticamente ajudando na marcação.
Fases do jogo: Com um esquema de jogo ousado, onde somente um atacante foi escalado, o Fluminense surpreendeu e tomou conta do jogo desde o início. Cristóvão optou por povoar o meio de campo com cinco homens e sua tática deu certo, uma vez que o setor foi o grande trunfo para o Tricolor chegar à vitória.
O confronto foi decidido já na primeira etapa quando, sem maiores dificuldades, os cariocas abriram 2 a 0 no placar. O primeiro com um chute de fora da área de Jean e o outro em pênalti cobrado por Conca, onde o goleiro Weverton quase defendeu. No segundo tempo, o Fluminense ainda ampliou com Cícero, após boa tabela entre Walter e Conca, e depois somente administrou para garantir os três pontos.
O melhor – Conca: O argentino foi o grande maestro da equipe tricolor, distribuindo o jogo, dando uma assistência, marcando gol e, ainda por cima, ajudando na marcação com sua habitual disposição. Aos poucos, o meia vai voltando a ser o jogador decisivo como foi no título brasileiro de 2010.
O pior – Otávio – Tinha a missão de marcar Conca, mas levou um baile do argentino e acabou sendo substituído no segundo tempo.
Chave do jogo: O meio de campo do Fluminense funcionou atuando com cinco jogadores. Os meias se sobressaíram no setor e o grande diferencial foi a parceria formada por Cícero e Conca, que se revezavam no apoio e davam qualidade na saída de bola do Tricolor.
Para lembrar: O Atlético-PR ainda cumprirá mais dois jogos com portões fechados. A punição acontece em função da briga entre torcidas no jogo entre o Furacão e o Vasco em dezembro do ano passado na Arena Joinville, em Santa Catarina.
A superioridade dos cariocas foi tão grande no duelo que poucas vezes ouviu-se a voz do técnico Cristóvão Borges durante a partida. Nos raros momentos em que ele se pronunciou, fez questão de parabenizar as boas jogadas de seu meia argentino, que além de fazer gol e dar assistência, também foi bastante eficiente taticamente ajudando na marcação.
Fases do jogo: Com um esquema de jogo ousado, onde somente um atacante foi escalado, o Fluminense surpreendeu e tomou conta do jogo desde o início. Cristóvão optou por povoar o meio de campo com cinco homens e sua tática deu certo, uma vez que o setor foi o grande trunfo para o Tricolor chegar à vitória.
O confronto foi decidido já na primeira etapa quando, sem maiores dificuldades, os cariocas abriram 2 a 0 no placar. O primeiro com um chute de fora da área de Jean e o outro em pênalti cobrado por Conca, onde o goleiro Weverton quase defendeu. No segundo tempo, o Fluminense ainda ampliou com Cícero, após boa tabela entre Walter e Conca, e depois somente administrou para garantir os três pontos.
O melhor – Conca: O argentino foi o grande maestro da equipe tricolor, distribuindo o jogo, dando uma assistência, marcando gol e, ainda por cima, ajudando na marcação com sua habitual disposição. Aos poucos, o meia vai voltando a ser o jogador decisivo como foi no título brasileiro de 2010.
O pior – Otávio – Tinha a missão de marcar Conca, mas levou um baile do argentino e acabou sendo substituído no segundo tempo.
Chave do jogo: O meio de campo do Fluminense funcionou atuando com cinco jogadores. Os meias se sobressaíram no setor e o grande diferencial foi a parceria formada por Cícero e Conca, que se revezavam no apoio e davam qualidade na saída de bola do Tricolor.
Para lembrar: O Atlético-PR ainda cumprirá mais dois jogos com portões fechados. A punição acontece em função da briga entre torcidas no jogo entre o Furacão e o Vasco em dezembro do ano passado na Arena Joinville, em Santa Catarina.
ATLÉTICO-PR 0 X 3 FLUMINENSE
Data/hora: 27/07/2014, às 16h (de Brasília)
Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (SP)
Auxiliares: Rogerio Pablos Zanardo (SP) e Danilo Ricardo Simon Manis (SP)
Cartões amarelos: Weverton (ATL)
Cartões vermelhos: Weverton, Sueliton, Deivid (ATL); Walter (FLU)
Gols: Jean, aos 17 minutos do primeiro tempo (FLU); Conca, aos 34 minutos do primeiro tempo (FLU); Cícero aos 20 minutos do segundo tempo.
ATLÉTICO-PR
Weverton; Sueliton, Léo Pereira, Cleberson e Natanael; Deivid, Otávio (Bady) e Marcos Guilherme; Marcelo, Douglas Coutinho (Mosquito) e Éderson (Dellatorre)
Técnico: Doriva
FLUMINENSE
Diego Cavalieri; Bruno, Gum, Henrique (Elivelton) e Carlinhos; Valencia, Jean, Cícero, Wagner (Chiquinho) e Conca; Rafael Sobis (Walter)
Técnico: Cristóvão Borges
Data/hora: 27/07/2014, às 16h (de Brasília)
Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (SP)
Auxiliares: Rogerio Pablos Zanardo (SP) e Danilo Ricardo Simon Manis (SP)
Cartões amarelos: Weverton (ATL)
Cartões vermelhos: Weverton, Sueliton, Deivid (ATL); Walter (FLU)
Gols: Jean, aos 17 minutos do primeiro tempo (FLU); Conca, aos 34 minutos do primeiro tempo (FLU); Cícero aos 20 minutos do segundo tempo.
ATLÉTICO-PR
Weverton; Sueliton, Léo Pereira, Cleberson e Natanael; Deivid, Otávio (Bady) e Marcos Guilherme; Marcelo, Douglas Coutinho (Mosquito) e Éderson (Dellatorre)
Técnico: Doriva
FLUMINENSE
Diego Cavalieri; Bruno, Gum, Henrique (Elivelton) e Carlinhos; Valencia, Jean, Cícero, Wagner (Chiquinho) e Conca; Rafael Sobis (Walter)
Técnico: Cristóvão Borges
FONTE: GLOBOESPORTE.COM
DIVULGAÇÃO: Blog Dudé Vieira.
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