quarta-feira, 11 de maio de 2011

ABELÃO: "MINHA CABEÇA JÁ ESTÁ NO FLU"

Abelão: “Minha cabeça já está no Flu"

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Abel Braga, técnico do Al-Jazira, admite que não vê a hora de chegar logo ao Rio de Janeiro e começar a treinar novamente o Fluminense, onde conquistou o último título Estadual pelo clube. Abel já tem data para chegar, dia 12 de Junho, até lá, o Fluminense segue sendo treinado por Enderson Moreira.

- Eu estou otimista por poder trabalhar num clube que tem Fred, Deco, Souza, Edinho… isso aí falando alguns. A cada dia que passa a minha ansiedade de chegar o Tricolor aumenta, porque tenho um agradecimento muito grande. A minha cabeça já está no Rio – Disse o ansioso Abel.

Redação Pó-de-Arroz

segunda-feira, 9 de maio de 2011

AOS 80 ANOS, ELE É O PONTA DE XERÉM.


Seg, 02 de Maio de 2011 21:00 Marcos Benjamin (Assessoria de Imprensa)


Em meio aos troféus da recepção do Centro de Treinamento do Vale das Laranjeiras, em Xerém, na Baixada Fluminense, o “bom dia!” vindo de um recepcionista pode parecer normal. Mas este senhor, discreto e solícito, com a voz embargada pelo tempo e cabelos brancos que entregam a distância percorrida de uma vida inteira dedicada ao Fluminense, não é um simples funcionário. Joel de Souza Martins, ou simplesmente Sr. Joel, traz nos olhos marejados pelo tempo um pedaço da rica história do clube na memória. Ele foi companheiro de Telê, Castilho, Carlyle, Pinheiro e Didi no título do campeonato carioca de 1951. Joel era o ponta esquerda daquele timaço e ao lado de Telê cumpria a função, revolucionária daquela época, de voltar para marcar, esquema implantado por Zezé Moreira, então treinador do time.

Joel com 80 anos, está no Flu desde 1948 e de lá pra cá respirou e viveu o Tricolor. Já foi observador técnico das categorias de base e hoje trabalha tranquilamente como recepcionista em Xerém e se orgulha de ainda vestir as três cores que traduzem tradição.

- Desde que cheguei aqui, eu já sabia que viveria pelo Flu para sempre. Foram momentos memoráveis. Aproveitei cada minuto e hoje é prazer ver os meninos lutando para um dia poder viver o que vivi neste clube. Torço por isso – falou.

Joel era um jogador, habilidoso, veloz e tinha um chute forte. Não se contentava em só marcar e, junto com Telê, era responsável por voltar para marcar até o seu campo quando o time não tinha a bola nos pés. Obviamente, não deixamos de conversar sobre futebol. Joel contou como era o clima entre os jogadores naquela época:

- O grupo era excelente. Tínhamos uma energia positiva muito grande. Nosso treinador era muito bom e disciplinador também. O grupo é muito técnico. Era difícil segurar o time.

- Sr. Joel, tenho médico marcado para agora, pode ver na lista meu número? – interrompeu um jovem jogador no balcão.

- Sim, se encaminhe para o departamento médico que eles irão atender você lá – completou Joel.

- É isso. É gratificante você trabalhar em um lugar no qual todos te respeitam e principalmente gostam de você – comentou.

Sobre o esquema tático, Joel foi enfático e sincero ao falar sobre o sistema de jogo atual da maioria dos clubes do mundo:

- Lamento muito a extinção dos antigos pontas. Eles desafogavam o jogo quando estava truncado. Naquele tempo não tinha essa de jogar com três volantes, era tudo com três atacantes. E no Flu de 51, fazíamos um bom trio de ataque. Eu, Telê e Carlyle. Eles eram craques – balbuciou com nostalgia.

O ex-jogador também lembrou bons meninos que viu passar em Xerém e que hoje fazem sucesso no futebol:

- O menino que joga hoje no Santos, o Arouca, é um excelente rapaz, me respeitava demais. Tudo que ele tem hoje é merecido pelo ser humano que é – confidenciou.

Outro rapaz de ouro é o Marcelo (joga no Real Madrid): instruído, educado e consciente, além de ser um baita jogador – disse.

Na pausa para o almoço, ele pede licença e, antes de ir para o refeitório, sobe as escadas para o pavimento onde mora e volta de short e camiseta cinco minutos depois:

- É hora dos meus exercícios! – ressalta.

Isso mesmo, o senhor de 80 anos mostra disposição de um menino e pega pesado nos aparelhos. Entre um exercício e outro, ele faz a confissão:

- Sabe, isso aqui é minha vida. Sem isso, não sei o que seria de mim.

- É Sr. Joel, também estou precisando malhar – respondi

- Não, eu não me refiro a isso. Me refiro ao Fluminense. Sem isto aqui eu não seria ninguém. O Fluminense é tudo na minha vida. Aqui aprendi a ser homem, respeitar a todos – declarou sorridente.

MÃE, FILHA E NETA EM SINCRONIA COM O FLU.


Dom, 08 de Maio de 2011 10:17 Livia Andrade (Assessoria de Imprensa)



Dia das Mães sempre é uma data especial. A expressão, mãe é mãe, que pode parecer clichê, explica e resume bem essa nobre relação. No Parque Aquático Jorge Frias de Paula, nas Laranjeiras, Magali e Twila Cremona, mãe e filha, estão diariamente lado a lado comandando os treinamentos das equipes tricolores de nado sincronizado, o que fortalece e estreita ainda mais o laço entre elas. Mas a responsável por isso é a matriarca Edith Cremona, que veio de São Paulo para o Rio de Janeiro em 1948 e, com uma ajudinha do Fluminense, traçou a história de sua família.

Com 91 anos, dona Edith Cremona frequenta o Fluminense desde que chegou de São Paulo em 1948, há 63 anos. Criou todos os seus quatro filhos nas Laranjeiras e logo iniciou seu trabalho no clube realizando grandes eventos.

-Vim de São Paulo com a minha neném Magali, que tinha três anos na época. Tive mais três filhos, todos cariocas, e sempre trouxe todos para fazer atividades no clube. Eles brincavam no parquinho, faziam natação e logo fui convidada para ser diretora do Fluminense. Tive muito apoio na época, com muito trabalho realizava desfiles de alta-costura, bailes de debutantes, festas juninas... O Fluminense acabou se tornando a minha segunda casa e é a minha grande paixão. Atualmente venho fazer hidroginástica, fisioterapia, venho aqui quase todos os dias – contou dona Edith, que ainda lembrou como Magali descobriu o atual nado sincronizado.

- Com uns 10 anos a Magali vinha para o parquinho infantil e fazia natação, logo ficou íntima de todos. Os anos passaram e ela começou a ajudar no balé aquático e até hoje está batalhando nisso.

Principal técnica do nado sincronizado do Fluminense, Magali participou de quatro Pan-Americanos, quatro Campeonatos Mundiais, dez Campeonatos Sul-Americanos, além das Olimpíadas de 1984 e 1988, sempre no comando das seleções brasileiras. Toda a sua experiência agora é passada para sua filha Twila, que há cerca de um ano trabalha ao seu lado.

- Eu viajava muito por causa das competições e a Twila odiava isso, nunca ia nem assistir e tudo aquilo afastava a gente. Ela resolveu entrar no nado só para ficar mais perto de mim e deu nisso tudo, passou da água para o meu lado e, hoje em dia, está trabalhando comigo diariamente. Nós combinamos muito, enxergamos os mesmos erros, nos mesmos momentos e usamos termos iguais. Agora ela se tornou uma excelente coreógrafa, divergimos em algumas coisas e isso está tornando nosso trabalho ainda mais rico. Tenho certeza absoluta que ela estará na Olimpíada de 2016 – disse Magali, emocionada.

Já Twila, que vem se dedicando exclusivamente ao nado sincronizado, revelou como sua vida mudou após conseguir a atenção de sua mãe.

- Depois de tudo ficamos juntas até demais. Hoje convivemos 24 horas por dia. Moramos na mesma casa e trabalhamos no mesmo lugar. Minha mãe é o meu braço direito, meu chão, quando ela pensa em desistir, estou do lado dela e dou todo o meu apoio e vice-versa. Vejo minha mãe e minha avó e já sei o que quero ser no futuro, quero ser como elas, mulheres batalhadoras.

O espírito de liderança da avó Edith, contagiou as gerações seguintes. – A mamãe sempre ensinou pata os filhos que a gente nunca podia desistir antes de tentar. Nada é fácil e o sabor é muito melhor quando as coisas são mais difíceis. Nunca nada caiu do céu para nossa família, tudo é fruto de muito trabalho. Acho que essa é uma característica de nós três.

Dona Edith, Magali e Twila Cremona irão se reunir com o restante da família neste domingo (08/05) em um restaurante em Ipanema, na zona sul da cidade, para comemorar mais um Dia das Mães.


http://www.flickr.com/photos/oficialflu/sets/72157626661451890/show/

KAIO MÁRCIO FAZ O ÍNDICE DOS 100m BORBOLETA PARA XANGAI.




O nadador tricolor Kaio Márcio estendeu a bandeira do Fluminense no ponto mais alto do pódio do Troféu Maria Lenk – Campeonato Brasileiro Absuluto de Natação nesta quinta-feira (05/05). Com a expressiva marca 52s11, o atleta das Laranjeiras sagrou-se campeão brasileiro dos 100m borboleta e ainda garantiu sua participação no Mundial de Xangai em mais uma disputa. A competição está sendo realizada no Parque Aquático Júlio Delamare, no Complexo Esportivo do Maracanã.

- Estou me sentindo muito bem e entrei assim na prova, acabei estravazando toda a ansiedade. Fiquei muito feliz, não pensava que ia fazer uma marca tão boa, mas consegui conquistar meu objetivo. Agora vamos continuar com os treinos fortes já pensando na maior competição do ano, que será o Mundial. De qualquer forma ainda quero ter bons desempenhos nos 50m e 200m (borboleta) - revelou Kaio Márcio, assim que terminou a premiação.

Nas eliminatórias dos 100m borboleta Kaio Márcio ficou com a quinta melhor marca, com 54s01. Já nas semifinais, o tricolor cravou 53s28 e se classificou para a decisão desta quinta-feira (05/05) com a segunda melhor marca. No pódio final, Kaio Márcio conquistou o título brasileiro com a melhor marca. Glauber Silva, do Minas, foi o medalhista de prata, seguido por Gabriel Mangabeira, do Pinheiros, com o bronze. Com esse resultado, o atleta das Laranjeiras ainda garantiu presença no revezamento brasileiro 4x100m medley na China.

O técnico Luiz Raphael, que é o principal responsável pelo feito de Kaio Márcio, destacou o excelente resultado do nadador que ainda está em fase de treinamento:

- Fiquei muito feliz, porque ele ainda não está 100%. Aqui é uma preparação para o Campeonato Mundial, então demos uma pequena descansada para ele mostrar a evolução, mas ainda não está totalmente descansado e bem treinado. Tínhamos algumas metas e o Kaio conseguir alcançar todas elas. Acredito que ele está entre os quatro primeiros do mundo nos 100m, e olha que essa não é prova dele - exaltou o treinador, que ainda falou dos próximos passos rumo à Olimpíada de Londres.

- Tudo isso soma e dá uma moral para o Mundial de Xangai, além de ser fator de motivação. Ele está muito firme e deve dar uma marca expressiva aqui nos 200m. Agora entraremos na parte final de treinamento, totalmente focados em Xangai, mas antes ainda teremos mais uma competição preparatória, que é o Mare Nostrum, na França - contou.

Não foi apenas Kaio Márcio que representou o Fluminense em finais nesta manhã. Daiene Dias, que é um dos reforços da natação tricolor na temporada 2011, disputou os 100m borboleta feminino e deu trabalho para suas rivais na piscina. A nadadora marcou 1m00s45 na disputa e conquistou a medalha de bronze da prova. Dayanara Paula ficou com o ouro e Gabriela Silva com a prata.

Kaio Márcio dá mais um show no Troféu Maria Lenk


A boa fase de Kaio Márcio foi confirmada mais uma vez nesta sexta-feira (06/06). Com 1m55s22 nos 200m borboleta, prova em que é recordista mundial em piscina curta, o nadador conquistou sua segunda medalha de ouro no Troféu Maria Lenk – Campeonato Brasileiro Absoluto de Natação após abrir uma larga vantagem sobre seus adversários na piscina. A competição está sendo realizada no Parque Aquático Julio Delamare, no Complexo Esportivo do Maracanã.

O tricolor já havia garantido sua participação no Mundial de Xangai, em julho, com a marca que estabeleceu durante o Torneio Pan-Pacifico. Mas, se fosse necessário fazer o índice novamente, Kaio Márcio iria superá-lo com facilidade. Com 1m55s22, simplesmente o terceiro melhor tempo do mundo neste ano, o atleta das Laranjeiras atropela o índice de 1m56s90.

O nadador falou sobre seu resultado. - Forcei muito durante toda a prova e na hora de fechar senti dificuldade. De qualquer forma estou conseguindo cumprir os meus objetivos. Fiz um tempo muito bom nos 100m e agora também nos 200m. Tudo isso me motiva ainda mais para Xangai - disse.

Além de Kaio Márcio, mais dois atletas do Fluminense disputaram a final dos 200m borboleta: Frederico Veloso e Iran Almeida. Leonardo Alves, do Minas Tênis Clube, conquistou a prata e, Leonardo de Deus, do Flamengo, o bronze. Na prova feminina, Daiene Dias, que nesta quinta-feira (05/05) foi medalhista de bronze nos 100m borboleta, cravou 2m14s56 e conquistou a prata.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

PAPO NA CONCENTRAÇÃO COM RAFAEL MOURA.

Rafael Moura: bate-bola na concentração


Rafael Moura, o He-Man Tricolor / Foto de Erich Onida (Fluminense/Divulgação)

O artilheiro do Fluminense na Libertadores tem a força. O atacante Rafael Moura, que incorporou em 2006 o personagem He-Man, apelido recebido de um diário esportivo na sua época de Corinthians, está em alta com a galera tricolor. Afinal, vive grande momento na carreira, aos 27 anos. Mineiro de Belo Horizonte, o jogador abriu as portas do seu quarto na concentração em Assunção, algumas horas antes da partida decisiva contra o Libertad, e revelou curiosidades sobre sua vida particular. Confira:

Por que He-Man: “Foi um apelido dado pelo LANCE!, na época em que eu jogava pelo Corinthians, em 2006. Acho que me apelidaram mais pela força física e aparência mesmo. Mas demorou uns três, quatro meses para eu comemorar um gol como He-Man. E pegou.”

Um gol memorável: “Um que marquei contra o Peñarol, pelas oitavas de final da Copa Sul-Americana do ano passado, no Estádio Centenário. Marcão lançou, dominei no peito, driblei dois zagueiros, passei pelo goleiro e fiz o gol. Perdemos por 3 a 2, mas avançamos.”

Um jogo para sempre: “Foram dois. O primeiro, Atlético-PR x Flamengo, na Arena da Baixada, pelo Brasileiro de 2008. Se a gente empatasse, seríamos rebaixados. Vencemos por 5 a 3 e fiz dois gols. E o outro, contra o Argentinos Juniors. Muitos não acreditavam que fôssemos capazes de vencer por dois gols e nos classificarmos. Deu no que deu.”

Momento marcante na vida: “O nascimento das minhas filhas (Luma, de 4 anos, e Nina, de 3).”

Momento marcante na carreira: “O ano de 2010, por ter sido artilheiro e melhor jogador de uma competição internacional, a Copa Sul-Americana, pelo Goiás. Só faltou mesmo o título.”

Uma seleção: “O Brasil da Copa de 2002. Eu jogava nos juniores do Atlético-MG na época. Tinha apenas 18 anos.”

Uma equipe para a história: “O Milan de Gullit, Rijkaard e Van Basten. Eu era moleque, devia ter uns 9 anos, quando acompanhava aquele timaço. Ainda nem imaginava que seria jogador de futebol.”

Um técnico: “Geninho, pela forma dele de conduzir o trabalho. É amigo dos jogadores sem ter que dar explicações. Trabalhamos juntos no Atlético-PR em 2008 e 2009, e fomos campeões paranaenses em 2009.”

O que significa o Fluminense: “Por ter ficado aquele gostinho de disputar a Libertadores de 2008, depois de ter participado do elenco campeão da Copa do Brasil de 2007, fiz questão de voltar e poder viver isso agora. Tenho um carinho enorme pelo clube.”

Um lugar: “Belo Horizonte, lugar onde nasci. Como diz a música de César Menotti e Fabiano, ‘é aqui que eu amo, é aqui que eu moro, é aqui que eu quero ficar, pois não há lugar melhor que BH’.”

Um filme: “Homens de Honra. Mostra a determinação do homem diante de muitas dificuldades.”

Um livro: “O nome do livro é ‘Nunca deixe de tentar’, do Michael Jordan, escrito pelo Bernardinho. Nos momentos mais importantes, ele sempre decidia. Era fã de NBA na época em que ele jogava.”

Um país: “Brasil, pelo acolhimento, pelas pessoas se ajudarem. É um país humano, apesar de seus problemas.”

Um ídolo: “Ronaldo e Romário. O Fenômeno, pelas jogadas e arrancadas, e o Baixinho, pelo último toque, a finalização.”

Um amigo: “Nilmar, que jogou comigo no Corinthians, e Renato, com quem joguei no Atlético-MG, aquele meia que passou por Vasco e Botafogo.”

Um hobby: “Andar de kart e jogar tênis. E jogo bem. Na folga da Copa do Mundo, no ano passado, disputei um torneio de condomínio, lá em Goiânia, e fui campeão.”

Superstição: “Não tenho. Só faço a minha oração no vestiário e na entrada em campo.”

Mundo virtual: “Não sou viciado em internet, mas tenho facebook e twitter. Entro mais para navegar e ler o noticiário. Gosto de estar antenado. E é um canal para estar em contato com os fãs.”

Fluminense Football Club - Pó-de-Arroz | Início

MÁRIO BITTENCOURT FALA SOBRE EMERSON:

domingo, 1 de maio de 2011

FLUZÃO TAMBÉM FICOU INVICTO POR 21 PARTIDAS CONSECUTIVAS.

Coritiba superou marca histórica do Fluminense
Tricolor, ao lado do Palmeiras, havia conquistado 21 vitórias consecutivas
Bandeira Fluminense 96 x 68cm (L x A)
A vitória de 1 a 0 sobre o Caxias, no Rio Grande do Sul, pela Copa do Brasil, transformou o Coritiba no clube que mais venceu partidas consecutivamente. Apesar de a grande imprensa não ter abordado, a marca anterior pertencia não só ao Palmeiras, mas também ao Fluminense. A equipe paranaense chegou a 22 vitórias seguidas, enquanto que paulistas e cariocas anotam 21 jogos acumulando apenas resultados positivos.
De acordo com levantamento feito pelo Blog Jornalheiros, a marca obtida pelo Tricolor ocorreu no ano de 1959, com um timaço formado por: Castilho; Jair Marinho, Pinheiro e Altair; Edmilson e Clóvis; Maurinho, Telê, Waldo, Jair Francisco e Escurinho. O treinador era o lendário Zezé Moreira.
O Palmeiras, em 1996, igualou a marca do Fluminense. Confira a lista de 21 vitórias consecutivas do Fluminense em 1959:
31/05/1959 - Sport Recife 0 x 1 Fluminense - Ilha do Retiro (Recife)
02/06/1959 - Ceará 0 x 4 Fluminense - Presidente Vargas (Fortaleza)
06/06/1959 - Volta Grande/MG 0 x 1 Fluminense - Municipal (Volta Grande/MG)
07/06/1959 - Paysandu 2 x 5 Fluminense - Francisco Vasques (Belém)
10/06/1959 - Tuna Luso 3 x 5 Fluminense - Francisco Vasques (Belém)
14/06/1959 - Remo 1 x 6 Fluminense - Francisco Vasques (Belém)
16/06/1959 - Castanhal 1 x 8 Fluminense - Máximo Porpino Filho (Castanhal/PA)
20/06/1959 - Combinado Amapá/Macapá 0 x 3 Fluminense - Municipal (Macapá)
21/06/1959 - Santana 1 x 4 Fluminense - Municipal (Macapá)
24/06/1959 - Fast 1 x 5 Fluminense - Parque Amazonense (Manaus)
26/06/1959 - Seleção de Rio Branco 0 x 10 Fluminense - José de Melo (Rio Branco)
28/06/1959 - Nacional/AM 1 x 11 Fluminense - Parque Amazonense (Manaus)
29/06/1959 - Santos/AM 1 x 6 Fluminense - Parque Amazonense (Manaus)
02/07/1959 - Sampaio Corrêa 1 x 5 Fluminense - Nhozinho Santos (São Luís)
05/07/1959 - Ferroviário/MA 0 x 3 Fluminense - Nhozinho Santos (São Luís)
12/07/1959 - Seleção de Colatina 1 x 5 Fluminense - Justiniano de Mello (Colatina/ES)
19/07/1959 - América 0 x 1 Fluminense - Maracanã (Rio de Janeiro)
26/07/1959 - Bonsucesso 0 x 1 Fluminense - Teixeira de Castro (Rio de Janeiro)
02/08/1959 - Fluminense 4 x 0 Canto do Rio - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
12/08/1959 - Fluminense 1 x 0 São Cristóvão - Laranjeiras (Rio de Janeiro)
18/08/1959 - Fluminense 2 x 1 Portuguesa - Maracanã (Rio de Janeiro)


Fonte: Redação NETFLU - Autor: DL

O QUE SERIÃO OS GUERREIROS SE NÃO FOSSEM JOGADOR?

Atletas do Flu se não fossem jogadores o que seriam? Confira.
Tricolores dizem o caminho que poderiam seguir profissionalmente, sem o futebol

No Dia do Trabalhador, o site oficial do Fluminense perguntou aos jogadores qual a profissão que exerceriam, caso não tivessem optado pelo futebol. Veja as respostas.

Ricardo Berna: “Passei boa parte da minha infância e adolescência ajudando meu pai com obras de melhorias mas primeiras casas onde morei, e aprendi muito com isso. Portanto, talvez estudaria para ser engenheiro da área civil ou algo do gênero.”


Mariano: “Nunca parei para pensar nisso, até porque sempre quis ser jogador de futebol. Fica até difícil falar. Sei lá... Coloca aí que eu seria advogado.”

Gum: “Pergunta difícil... Sempre quis jogar futebol e realizei meu sonho. Quando parar, penso em abrir uma clínica de estética para minha esposa, que é fisioterapeuta. E pretendo ter mais tempo também para servir à igreja (Batista).”
Edinho: “Essa é duro de responder, hein! De repente, teria feito Educação Física. Mas nunca pensei muito a respeito, porque meu pai e minha mãe sempre me incentivaram a ser jogador de futebol.”
Julio Cesar: “Eu seria professor de Educação Física. Sempre fui muito ligado a esporte. Quando eu era moleque, jogava basquete, vôlei, handebol... Fazia até natação no Palmeiras.”
Valencia: “Sempre gostei de esporte, mas minha vontade era mesmo ser jogador de futebol. Não tinha muitas opções lá na Colômbia. Hoje, se eu não estivesse no mundo da bola, acho que faria algo ligado à Educação Física.”
Diguinho: “O que eu seria se não fosse jogador? Acho que seria ginecologista (risos). Pode colocar aí! Seria uma boa!”
Marquinho: “Cheguei a fazer um período de Direito na UNIP (Universidade Paulista). Mas acredito que não seria advogado, não. Só entrei por curiosidade, porque minha irmã fez e queria saber como é. Como gosto de saber como funcionam as coisas, acho que seria engenheiro.”


Conca: “Acho que eu seria mecânico. Meu pai e um dos meus irmãos trabalhavam com isso. E eu gostava, apesar de não saber mexer em carro. Mas cresci ajudando eles, lá onde eu morava, em Torcuato (Trigre, Argentina). Ficava sempre vendo e auxiliando no que era preciso.”



Rafael Moura: “Com certeza, estaria no ramo de material de construção, no qual meu pai e minha família sempre trabalharam, lá em Belo Horizonte.”
Fred: “O sonho da minha mãe era que eu fosse médico. Mas a perdi quando eu tinha 8 anos. Se ela fosse viva, não teria deixado eu sair de casa aos 11 anos para jogar futebol. Meu pai venceu. Ele me treinava para ser jogador desde que eu era moleque.”


Fonte: Redação NETFLU - Autor: MCL

 FONTE: NETFLU O Site nº 1 da torcida tricolor.

Canhota afiada e ousadia: Marquinho se reinventa por espaço no Flu | globoesporte.com

Canhota afiada e ousadia: Marquinho se reinventa por espaço no Flu

Chutes de longa distância encaixam e apoiador prevê boa disputa por vaga definitiva entre titulares: ‘Vou criar um problemão pro Enderson’

Por Cahê Mota Rio de Janeiro
A pancada de perna esquerda reapareceu. E, mais uma vez, salvando o Fluminense. Melhor ainda, ela tem se tornado rotineira em 2011. Responsável pelo gol que evitou o rebaixamento no Brasileirão de 2009, Marquinho fez de sua canhota uma arma potente por onde passou. Pelos feitos realizados com ela, chegou às Laranjeiras após cair para a Série B com o Figueirense, em 2008. No Tricolor, porém, o chute demorou a encaixar. Foi bem-vindo no histórico “Green Hell”, em Curitiba, e voltou a dar as caras na vitória por 3 a 1 sobre o Libertad, quinta-feira, no Engenhão, pelas oitavas de final da Libertadores.
Marquinhos do Fluminense (Foto: Cahê Mota / GLOBOESPORTE.COM)Marquinho prepara a perna esquerda: mais um gol decisivo (Foto: Cahê Mota / GLOBOESPORTE.COM)
Com um chute forte cruzado de canhota, Marquinho desafogou o Fluminense em uma partida complicada diante dos paraguaios. Gols dessa forma, porém, não são mais raros como há quase dois anos. Se no empate salvador por 1 a 1 com o Coritiba saiu o primeiro tento de fora da área com a camisa tricolor, o marcado contra o Libertad foi o quarto desta forma em cinco marcados pelo apoiador este ano.
- A confiança voltou – avisa.
Vou criar um problemão para o Enderson. Essa é a verdade. Eu penso sempre em fazer o meu trabalho. Não quero sair do time"
Marquinho, apoiador do Flu
E Marquinho está certo. A julgar pelas atuações mais recentes, o meio-campo tem procurado deixar de lado a marca de jogador com muita raça e pouca técnica. Abusado, tem arriscado dribles e, principalmente, passes mais requintados. Contra o Argentinos Juniors, em Buenos Aires, em mais uma partida decisiva parar o Flu, a estratégia deu certo e ele foi eleito o melhor em campo pelo diário “Olé”. Surpresa para alguns, mas não para o jogador.
- Na base, eu sempre fui o jogador que decidia o jogo, fazia jogada de efeito, um dos principais do time. E perdi um pouco disso no profissional. Aprendi a marcar mais do que jogar. E fui esquecendo de jogar. Esse ano coloquei na minha cabeça que devia jogar mais.
Ousadia em campo, tranquilidade fora dele. Aos 24 anos, Marquinho é casado há pouco mais de cinco meses com Jaqueline, com quem curte rotina caseira ao lado do cão Mamf (iniciais de seu nome Marco Antônio Mattos Filho) e se prepara para, enfim, se tornar titular absoluto do Fluminense.
Em quase dois anos e meio nas Laranjeiras, foram 124 exibições, 61 como titular e 63 saindo do banco de reservas. No duelo contra o Libertad, quarta-feira, em Assunção, no Paraguai, Deco provavelmente estará à disposição, a posição estará em perigo, mas Marquinho mantém a seriedade e uma certeza:
- Vou criar um problemão para o Enderson.
Confira abaixo todo o bate-papo do apoiador tricolor com o GLOBOESPORTE.COM:
Você sempre teve o chute de longa distância como uma característica, e eles demoraram a aparecer com frequência no Fluminense. Neste ano, porém, de cinco gols marcados quatro foram desta forma. A pontaria está afiada novamente?

A confiança voltou. Hoje sei que posso arriscar os chutes durante o jogo. É complicado conseguir espaço, mas também tenho mais confiança para criá-los. Tenho chegado mais inteiro na bola. Tudo isso melhorou ao longo do tempo e ajuda.
E o que fazia falta antes? Era só a confiança mesmo, ou de repente uma timidez por ser novato e menos badalado na equipe?
Foi um pouco pela timidez. É difícil sair driblando e arrumar espaço para bater. Só que este ano coloquei na cabeça que tenho um chute bom e posso fazer gols assim. Passei a buscar mais espaço e as coisas estão dando certo. Sendo assim, tenho que continuar tentando.
Desde sempre você teve essa potencia na perna esquerda? É uma característica que já o acompanhava na base?
Sim. Sempre fui o cara das cobranças de faltas, que fazia gols de fora da área. Até mesmo o Diego Cavalieri sofreu um pouco comigo (risos). Encontrei com ele já nos profissionais (do Palmeiras) e treinava bastante os chutes de longa distância após os treinos. Ficava até tarde chutando para me aperfeiçoar, melhorar.
Hoje em dia como você lapida essa virtude? É mais na base da repetição mesmo ou tem alguma inspiração?
O que te faz melhorar é mesmo a repetição. Não tem outro jeito. Não há mais nada que vá melhorar um fundamento. O principal é o treinamento. Ele te dá confiança. É importante também aprender com os erros. Ver que se batermos embaixo da bola ela vai de um jeito, se for no meio de outro... É preciso pegar certinho, do jeito ideal, e começar a repetir. Acaba saindo naturalmente.
De todos os gols que você fez de longa distância no Fluminense, qual mais te agrada?
Marquinhos do Fluminense com a família (Foto: Cahê Mota / GLOBOESPORTE.COM)Marquinho com a esposa Jaqueline e o cão Mamf (Foto: Cahê Mota / GLOBOESPORTE.COM)
Gosto muito deste contra o Libertad. Foi bem bonito. Mas, com certeza, para bater aquele contra o Coritiba vai demorar um pouco. Pela importância da partida, por tudo que aconteceu naquele ano, só vai ser superado por um gol de título. Senão, vai ser difícil.
Depois de um bom Brasileirão ano passado, você começou 2011 com uma concorrência ainda maior pela vaga na equipe. Se já tinha Conca e Deco, esse ano chegou o Souza. E parece que você está mais solto, mais à vontade, tem criado mais jogadas, deixou de ser só um jogador na base da disposição. O que mudou para os últimos anos?
Na base, eu sempre fui o jogador que decidia o jogo, fazia jogada de efeito, um dos principais do time. E perdi um pouco disso no profissional. Aprendemos a marcar mais do que jogar. E fui esquecendo de jogar. Esse ano coloquei na minha cabeça que devia jogar mais. Correr mais por mim e menos pelo time. Desta forma, já ajudo o Fluminense e, consequentemente, apareço mais. Tenho prestado mais atenção nas minhas ações, busco criar mais. E isso tem sido fundamental.
Diante disso, você acha que hoje em dia pode se considerar, sim, titular? Que o Deco pode até voltar, mas a vaga é sua?
marquinho fluminense gol libertad libertadores (Foto: Marcelo Theobald / Agência O Globo)Marquinho comemora gol diante do Libertad
(Foto: Marcelo Theobald / Agência O Globo)
Vou criar um problemão para o Enderson. Essa é a verdade. Ele tem me dado muito apoio. Quando ele chegou, até me tirou, mas veio e disse que precisaria muito de mim. Eu penso sempre em fazer o meu trabalho. A verdade é que eu não quero sair do time. Mesmo sendo o Deco um cara que nem precisamos falar do currículo, o Conca o intocável, acho que o Enderson vai acabar arrumando um espaço em campo. Ou então, vai ter que optar. Vou respeitar sempre a opinião dele, mas nunca aceitar o banco. Vou buscar uma vaga.
Se hoje o momento é bom, ainda neste ano você chegou a ser vaiado pela torcida. É algo que te chateia? Como você encara essa situação?
Chateia um pouco às vezes. É algo que não é fácil de trabalhar. A cobrança sempre vai existir, mas as vaias são um pouco excessivas. Mas entendo a cabeça do torcedor. Ele vive de emoção. Sei que quando eu fizer o gol ele vai vibrar igual. Estou dando a volta por cima de novo e eles estão vindo para o meu lado.
Você vive uma nova fase na vida, agora está casado, com casa nova. Acha que isso tem influenciado neste bom momento também?
Credito muito a isso, sim. Estou em um novo ambiente, com a mulher sempre ao lado, dando força, com moral. Tenho tranquilidade para trabalhar. Agradeço a Deus todas as coisas que conquisto e peço sempre que Ele ilumine meu caminho para seguir fazendo minha história no Flu.