Sem saber se enfrentará seu ex-clube, Wellington Nem comentou sobre vários assuntos neste momento mágico em sua carreira. O atacante revelado pelo Fluminense, em entrevista ao Extra Online, confessou sua frustração por não ter sido aproveitado pelo Tricolor, falou que aprendeu ter consciência tática e avisou que quer vestir a camisa verde, branca e grená:
Frustração:
"Fiquei triste porque achei que o pessoal do Fluminense poderia ter me dado um pouco mais de atenção. Tive aquele período de incerteza na carreira, tive que recomeçar do zero no Figueirense e ainda bem que tudo tem dado certo".
Base do Tricolor:
"É uma das melhores do Brasil e tem muito jogador bom lá, como no Santos, que serve como exemplo. Eles aproveitam muito talentos criados em casa".
Amadurecimento:
"Foi graças ao Jorginho a minha evolução. Eu era um pouco preguiçoso nos treinos (risos), só queria jogar com a bola no pé, driblar e correr. Ele me ensinou que também é preciso marcar, ter disciplina tática".
Futuro:
"Fora do futebol, quero poder dar uma vida mais confortável para a minha família. Na carreira, eu gostaria muito de disputar e ganhar a Copa do Mundo de 2104".
Revelação:
"É estranho ver o meu nome em destaque. Ao mesmo tempo é legal ter o reconhecimento".
Choro no futsal:
"Eu tinha uns 10 anos e fui para o futebol de salão. Não gostei. Joguei uma vez só. Chorei fingindo para a minha mãe que estava passando mal. Queria ir embora (risos). Morri de vergonha depois, nunca mais voltei e fui para o campo".
Garoto mimado:
"Filho único, né? Tenho tudo das mãos".
Time do coração:
"Sou tricolor, meu pai também. O sonho dele é me ver fazer gol pelo Fluminense. Um dia quero poder realizar o sonho dele".
DIVULGAÇÃO: Blog. Dudé Vieira.
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