Artilheiro não vê a Seleção abaixo de potências mundiais. Sobre o Flu, se derrete: Se me oferecerem contrato para o resto da carreira, assino na hora'
- Acho que o Brasil tem muitos jogadores acima da média e uma geração mais jovem que tem um potencial absurdamente grande. Temos que aproveitar o máximo dessa qualidade e montar uma equipe que bata de frente com essas outras seleções que vêm se destacando.
Sobre o Fluminense, Fred é só elogios. O artilheiro garante que, se lhe for oferecido um contrato para encerrar a carreira no clube, assina na hora. Ele exalta ainda a união do grupo e a importância da participação de Abel Braga no comando da equipe.
- Ele blinda tudo que vem de fora.
Confira, abaixo, os principais trechos da entrevista.
Chance de sucesso da Seleção
- Acho que o Brasil tem muitos jogadores acima da média e uma geração mais jovem que tem um potencial absurdamente grande. Temos que aproveitar o máximo dessa qualidade e montar uma equipe que bata de frente com essas outras seleções que vêm se destacando. Além disso, teremos um fator primordial, que é a nossa torcida a favor. Sabemos que isso pode se tornar um diferencial para a Seleção. Precisamos empolgar e criar essa sintonia, pois assim seremos ainda mais fortes.
Entrosamento com companheiros
- Sou centroavante, e as características de jogadores como Neymar, Oscar e Hulk, de muita velocidade, ajudam bastante. Fico muito contente como centroavante porque toda hora no jogo vou ter uma ou duas chances de fazer gols. É só questão de estar preparado. Eles precisam de um suporte para fazer tabela com qualidade, aí sobra espaço lá na frente.
Carência de centroavantes do Brasil
- Nós estamos em um cenário um pouco diferente. Não é uma safra tão com tantos nomes como a dos anos 90, que talvez seja a melhor da história do nosso futebol nesse quesito. Mas existem centroavantes de muita qualidade no Brasil. Talvez já não se formem tantos 9 porque alguns times já não usam o homem de referência, pois preferem utilizar dois caras rápidos e ficam sem aquele que joga mais centralizado.
Bom desempenho nos amistosos
- Acho que foi mais um passo que eu dei. Não foi meu melhor jogo pela Seleção (contra a Rússia), mas pude acrescentar algo. Fiquei um pouco aquém do que gostaria, tentei, lutei, mas ainda não foi o que eu esperava. Eles também não deram muito espaço. Faltam alguns jogos ainda e tenho que fazer minha parte. Tenho que ajudar no coletivo, ajudar a equipe a crescer.
Volta ao futebol europeu
- No momento, eu não penso nessa possibilidade. Claro que tudo muda muito rápido no futebol, mas costumo brincar que, enquanto eles me quiserem no Fluminense, eu vou ficar (risos). Voltei ao Brasil determinado a fazer um bom trabalho, conquistar títulos, virar ídolo, enfim. Acho que encontrei um clube que virou a minha casa. Sentia um pouco de falta do calor humano do Brasil e foi isso o que recebi quando cheguei ao Fluminense. Desde o começo, foi tudo muito intenso e hoje já são quatro anos vestindo essa camisa. Se me oferecerem um contrato para ficar aqui o resto da minha carreira, eu assino na hora.
Referência no Fluminense
- A minha identificação com o clube é muito grande. Me sinto como se jogasse aqui desde moleque. O carinho que recebo da torcida é fantástico e a recíproca é verdadeira. Isso torna muito prazerosa a rotina de treinamentos pesados e jogos, pois, além de fazer o que amo, sei que sou respeitado por todos, dentro e fora do clube, e até por torcedores de times adversários. Esse é o maior reconhecimento que um jogador pode ter.
União do grupo tricolor
- Temos um grupo que já se conhece muito bem, somos amigos dentro e fora de campo. Isso faz com que o clima seja sempre o melhor possível. É muito bom chegar aqui e poder brincar com todo mundo, ver que os meninos que sobem da base se sentem à vontade e quem vem de fora também. Nós fazemos de tudo para que esse ambiente seja sempre positivo, pois todos aqui têm os mesmos objetivos, que é vencer e conquistar títulos. Além disso, é importante destacar o papel da comissão técnica, principalmente do Abel, pois ele nos blinda de tudo que vem de fora. É o cara que assume a bronca e deixa os jogadores sempre tranquilos para fazerem o trabalho de campo sempre da melhor forma possível.
FONTE: GLOBOESPORTE.COM
DIVULGAÇÃO: Blog. Dudé Vieira.
- A minha identificação com o clube é muito grande. Me sinto como se jogasse aqui desde moleque. O carinho que recebo da torcida é fantástico e a recíproca é verdadeira. Isso torna muito prazerosa a rotina de treinamentos pesados e jogos, pois, além de fazer o que amo, sei que sou respeitado por todos, dentro e fora do clube, e até por torcedores de times adversários. Esse é o maior reconhecimento que um jogador pode ter.
União do grupo tricolor
- Temos um grupo que já se conhece muito bem, somos amigos dentro e fora de campo. Isso faz com que o clima seja sempre o melhor possível. É muito bom chegar aqui e poder brincar com todo mundo, ver que os meninos que sobem da base se sentem à vontade e quem vem de fora também. Nós fazemos de tudo para que esse ambiente seja sempre positivo, pois todos aqui têm os mesmos objetivos, que é vencer e conquistar títulos. Além disso, é importante destacar o papel da comissão técnica, principalmente do Abel, pois ele nos blinda de tudo que vem de fora. É o cara que assume a bronca e deixa os jogadores sempre tranquilos para fazerem o trabalho de campo sempre da melhor forma possível.
FONTE: GLOBOESPORTE.COM
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